Al-Aradmalik

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Zhaekate Al-Aradmalik
Reino de Al-Aradmalik

Al-Aradmalik
Bandeira uttakham.png
Brasao de Armas de Uttakham.png
Bandeira Nacional Brasão
Hino nacional: "Wameh Al'shamah"
Gentílico: Malique

Localização ARD Al-Aradmalik

Localização de Al-Aradmalik em Adalar
Capital Ja'ahidah
Cidade mais populosa Ja'ahidah
Língua oficial Sukkhanimalik
Governo Monarquia mista
 - Zhaek Athouman Al Sadat
 - 2° Ministro Aklaksh Sukhmandir
População  
 - Censo 31.212.090 hab. 
 - Densidade 30 hab/km² hab./km² 
PIB (base PPC)
 - Total $ 19.5 bilhões 
 - Per capita $ 650 
Moeda Schens (S$)
Fuso horário -5 | -4
Org. internacionais Liga das Nações
Cód. ISO UTK
Cód. telef. +54

Mapa ARD Al-Aradmalik

Al-Aradmalik, oficialmente o Reino de Al-Aradmalik, é um país na Cisletânia cujo constitui a grande maioria do Deserto da Cisletânia (também chamado de Sarhh' Sukkhã pelos habitantes da região). Com uma área de aproximadamente 1.03 milhões de km², Al-Aradmalik é geograficamente o maior estado soberano na Cisletânia e o segundo no mundo inteiro. Al-Aradmalik faz fronteira terrestre com Koñamará ao oeste, Syndimisäntö ao sudoeste, Afkarth ao leste e Druzine ao norte. Grande parte do terreno de Al-Aradmalik consiste de desertos áridos, planícies, estepes e montanhas. Apesar da grande maioria do país possuir um clima quente e abafado, ao leste do país, na fronteira com Afkarth, é possível encontrar temperaturas abaixo de zero devido a rara variedade subpolar que as montanhas possuem ali.

O território que agora constitui Al-Aradmalik foi o palco de diversas culturas antigas e civilizações. A pré-história de Al-Aradmalik mostra que algumas das primeiras civilizações humanas na Letânia começaram ali. Uma das maiores religiões do mundo, o tabietismo, emergiu onde é Al-Aradmalik hoje em dia. Em torno de 4660 o mujdar tabiet Mujdar Nadheer uniu a população sukkhã e criou uma política religiosa tabiet única que é seguida até hoje em dia. Seguindo sua morte em 4672, seus seguidores rapidamente expandiram o território sob controle dos tabiets, culminando nas bordas atuais de Al-Aradmalik em questão de décadas.

O Reino de Al-Aradmalik foi fundado em 5961 por Younes Al Sadat, rei do Reino da Sukkhania que conquistou os países ao seu redor, começando em 5942 com a captura de Askergan, capital da República de Al'nahwal, a casa ancestral da sua família, a Casa de Al Sadat. Al-Aradmalik desde então tem sido uma monarquia mista democrática, em que o rei tem as funções de primeiro ministro e de chefe de estado porém eleições democráticas ainda são permitidas e influenciam o governo como qualquer outro país. É efetivamente uma monarquia hereditária governada sobre os moldes tabiets. A religião tabiet se encontra extremamente forte no país, sendo um grande aspecto da cultura malique. A língua oficial do país é o Sukkhanimalik (literalmente, "língua dos povos nômades") porém outras variantes do idioma sukkhã também são falados no país, como o Sukkhanamal e Sukkhankimir.

Al-Aradmalik é considerado um poder regional, em adição de ser um membro da União da Comunidade Letã, é um membro ativo da Liga das Nações.

Etimologia[editar | hide all | hide | editar código-fonte]

Zhae'kate Al-Aradmalik significa Reino de Al-Aradmalik e é um nome que sucedeu ao Reino da Sukkhania. Ambos eram e são reinos, Sukkhania sendo governado pelo Zaek Younes I e Al-Aradmalik por Athouman I, seu filho. Enquanto Sukkhania traduzia-se, essencialmente, para "terra dos sukkhãs", a palavra Al-Aradmalik tem um significado antigo e cheio de cultura. A origem da palavra "Aradmalik" pode ser traçada para os tempos nômades do povo sukkhã, antigamente sendo duas palavras diferentes, "Aradurkh", terra e "Malikna", do rei, que ao longo do tempo foi se transformando até tornar-se "Aradmalik". O prefixo "Al-" é o equivalente a "A" em sukkhã. O nome pode ser, essencialmente, traduzido para "A terra do Rei", mas já perdeu muito do seu significado, tornando-se somente uma palavra para definir o local de moradia dos maliques.

Pré-história[editar | hide | editar código-fonte]

Há evidência que a habitação da Cisletânia pode ser traçada até aproximadamente 9500 anos atrás, fazendo a Cisletânia ser lembrada como uma peça central para o entendimento da evolução humana. No período neolítico, culturas predominantes como os M'kkar, cujo permaneciam no sul da Sukkhania, prosperaram consideravelmente. M'kkar poderiam ser considerados parte de uma "revolução neolítica" no conhecimento humano e habilidades de artesanato. A cultura é caracterizada por ser uma das primeiras do mundo a difundir extensivamente a domesticação de animais, particularmente os cavalos, durante o período neolítico. Além de cavalos, animais como ovelhas, cabras, cachorros (particularmente da raça saluki), avestruzes, falcões, peixes e felinos de diversos tamanhos foram descobertos através de estátuas de pedra e gravuras rupestres de milênios atrás. As estátuas dos M'kkar eram feitas com uma pedra local, e parece que as estátuas eram fixadas numa construção central e poderia ter um significado significativo na vida religiosa e social dos habitantes da religião, também podendo estar associada à religião antiga de Al-Aradmalik, o Al'mukhismo.

Recentemente também foram encontradas pinturas cuneiformes que pareciam retratar cachorros domesticados, cujo lembravam o cachorro ahidense (raça nascida em onde é Ja'Ahidah atualmente), usando coleiras foram descobertas numa região montanhosa do leste de Al-Aradmalik. Essas pinturas são datadas aproximadamente 8.000 anos atrás, fazendo-as uma das primeiras representações de cachorros no mundo. No final do século XXXVIII, a região da Cisletânia entrou na idade de bronze depois de passar por drásticas transformações; metáis eram usados frequentemente.

Nomadismo ao Sedentarismo[editar | hide | editar código-fonte]

Os sukkhãs descendentes do povo M'kkar se assentaram em hoje onde é Ja'Ahidah semanas antes do rio inundar no verão e decidiram plantar alguns grãos selvagens que haviam carregado consigo, e estes aprenderam a cultivar e colher grãos silvestres e outras plantas para comer. Os sukkhãs que lá residiam iriam permanecer ao longo do rio após isso, devido a questão de agricultura. À medida que o número do povo sukkhãs crescia assim como o assentamento que lá permaneciam, estes necessitavam mais e mais de mais espaço para caçar e coletar para seu sustendo. Os sukkhãs eram tão bons no plantio que em pouco tempo tinham um excedente de comida. Porém, para manter a agricultura de pé é necessário cuidado constante e que estes ficassem no mesmo lugar, e isso levou à criação de assentamentos permanentes, que mais tarde se tornariam cidades. Devido a natureza nomádica de grande parte dos povos, a notícia de que a agricultura estava sendo praticada as margens daquele rio se espalhou rápido.

Estes sukkhãs que permaneceram nos assentamentos não necessitavam mais de caçar ou coletar, marcando a histórica transição de nômade para sedentário do povo sukkhãs. Os sukkhãs teriam plantado extensivamente ao redor do rio naquele ponto, também começado a criar ovelhas para sua lã e carne, galinhas por serem fácil de reproduzir e suínos pela sua carne e seu esterco. Este período marca a primeira organização de algo que pode ser chamado de estado: uma pequena oligarquia de produtores de ovinos tomou poder de Ja'Ahidah e um código de leis hoje em dia perdido foi criado.

As Oligarquias[editar | hide | editar código-fonte]

Ja'Ahidah foi governada por uma oligarquia por um tempo (tempo este que não é determinado pelos historiadores), enquanto isso, em vários outros assentamentos outras oligarquias tomavam poder das cidades. Durante o governo dos oligarcas, o assentamento de Ja'Ahidah foi lentamente expandindo, com um mercado, escola e afins. Os assentamentos da região estabeleceram uma rota de troca entre si, cujos principais comercializados eram cosméticos, ervas medicinais e ovinos. Durante este período pouco é encontrado documentado devido a natureza nomádica do povo sukkhãs, mas vários documentos escritos por viajantes mättäs (que haviam estabelecido uma rota de comércio com alguns assentamentos sukkhãs após avançar país-adentro em Syndimisäntö onde haviam apenas plantado café e açúcar até então) apontam um governo extremamente ganancioso e com pouca importância para o povo local.

Os assentamentos estariam se tornando reais cidades pela costa do rio e alguns assentamentos agora sendo construídos pelo deserto alguns quilômetros longe das cidades, feitas com a riqueza dos mercadores e da elite. Sempre o que ocorria era que um mercador ou fazendeiro influente acumulava dinheiro suficiente para construir um assentamento e exalar sua influência localmente para atrair pessoas até seu novo assentamento e trabalhar. Compartilhado por todas estas cidades, além de uma ou outra lei, eram rotas de comércio, que fortaleciam os mercados locais. Muitos mercadores se tornaram extremamente poderosos nesse período, adquirindo exércitos de mercenários pessoais para proteger suas caravanas e assentamentos.

A Primeira Unificação[editar | hide | editar código-fonte]

Já depois de alguns anos, uma família de mercadores, os Al Sadat já haveria adquirido uma grande massa de terra, tendo obtido controle de diversas cidades naquela região (através de compra ou a força, através de mercenários), se unificava em um país, o Reino da Sukkhania. Não foi o primeiro nem o único reino da região, havia algumas uniões de outras famílias, que se expandiam por 6 ou 7 assentamentos/cidades no máximo, porém nenhuma chegava ao poder da Sukkhania. Era comum dos assentamentos/cidades possuírem guardas locais naquele tempo, porém com a chegada do governo dos Al Sadat as guardas locais foram integradas ao exército, oque tornava-os o maior exército em massa humana do deserto de onde hoje é Al-Aradmalik.

Continuando sua sede por poder local, era conduzido uma expedição, demandando submissão de toda cidade e assentamento da região, integrando-os ao reino. Os que não aceitavam, eram esmagados pelo exército superior. Em várias ocasiões membros da família eram colocados sob o poder onde cidades importantes ficavam, como em Baijillah e Cubatar. O Reino da Sukkhania agora dominava todo sul de onde hoje é o Deserto da Cisletânia.

Territórios sukkhãs pré unificação - em verde: o Reino da Sukkhania, em vermelho a República de Aljabita, em roxo o Reino de Al'nahwal e em laranja a República de Maris

É bom apontar que os conquistadores Mättä não desejavam colonizar onde era a Sukkhania pois estes preferiram ficar na costa fazendo cultivo de açúcar e café em Syndimisäntö por exemplo, como foi apontado acima. Apesar disso, Al-Aradmalik ainda vendia escravos para os Mättäs através de uma rota por Syndimisäntö. O país nesse período era consideravelmente retrogrado tecnologicamente, mas muitas cidades haviam sido construídas. Praticamente toda costa do rio havia sido ocupado por municípios e a infraestrutura de Al-Aradmalik se torna consideravelmente melhor, antes era necessário guias caso você não fosse um local, e agora já haviam estradas entre cidades que ajudavam as pessoas a não se perderem e até mesmo uma ponte entre o grande rio fora construída. Hoje em dia, estas estradas foram substituídas por estradas pavimentadas e a ponte reconstruída.

Proclamação da Sukkhania[editar | hide | editar código-fonte]

Após um período de paz do reino, os laços familiares que um dia uniam a família sob o governo não existiam mais: lutas por poder interno eram frequentes e tornavam o governo extremamente instável, cujo estava sob um conselho de irmãos provisório após o primeiro rei (este que declarou o tabietismo religião oficial do país) ter morrido, deixando o país totalmente aberto para golpes. Só os Al Sadat não saberiam que seria causado por um membro da sua própria família. Younes Al Sadat contratava mercenários para matar todos seus irmãos com o intuito de se auto-proclamar imperador do país. O exército a favor do golpe tomava cidades e submissão era exigida. Batalhas eram travadas entre membros do exército que resistiam ao golpe. Era tudo inútil, pois seus irmãos quando não eram mortos eram jogados a prisão, e Younes Al Sadat subia ao trono se auto-proclamando rei.

Atualmente, a região teria sido dividida entre 4 estados: o Reino da Sukkhania, a República de Aljabita, o Reino de Al'nahwal e a República de Maris.

A Guerra Civil[editar | hide | editar código-fonte]

O Rei Younes Al Sadat olhava seus vizinhos, colocando seu próprio filho de 18 anos, Athouman para lutar no campo de batalha na batalha que aconteceria nos próximos anos. Younes era um homem complexo, via o Reino da Sukkhania como quase mais importante que sua família e se fosse para perder a guerra que vinha por ai, que perdesse sua família também. Suprimentos eram acumulados e tropas mandadas ao campo, uma grande investida do exército superior dos sukkhãs fazia com que o Reino de Al'nahwal se rendesse ao chegarem na capital de onde hoje é Askergan. A pequena República de Maris, se rendia após duas semanas de cerco e ambos eram integrados ao Reino da Sukkhania. No começo, iriam parar ali, não iriam ir atrás dos Aljabitas, porém seu exército teria capturado e executado o Mujdar Ardhur, provocando uma guerra sangrenta.

Ao tomar a capital de Aljabita, vitória era proclamada, e um dia depois o Reino de Al-Aradmalik era proclamado, o Reino dos Sukkhania, em 29 de Kiaäs, uma vitória que era agridoce tanto para a maioria dos que haviam sido integrados quanto para os agora veteranos que perderam tantos amigos na guerra. Porém, a aceitação do reino era considerável. Conforme os anos iam passando essa data fora mais e mais sendo aceitada por todos, como o Dia da Proclamação do Reino de Al-Aradmalik.

O Reino de Al-Aradmalik[editar | hide | editar código-fonte]

Younes, rei da agora Al-Aradmalik passa diversas reformas, principalmente para o povo trabalhador após notar o vão imenso entre eles e os empresários e burgueses, tendo em mente os ensinamentos do tabietismo que teríamos de compartilhar nossos frutos do trabalho com quem não pode se sustentar e conquistar riquezas com trabalho justo. É passada uma lei que permite a criação de partidos, agradando alguns dos políticos que não se importavam com o chefe de estado ser um rei. Quando esse imperador morre, seu filho que lutou na guerra toma poder, vendo o reino estável é decidido que não há necessidade de um governo central autoritário. Uma nova constituição é escrita, permitindo maior atuação dos partidos, o exército passa de ser conscrito para ser profissional e a economia contínua a prosperar. Athouman Al Sadat continua o legado do pai de economia não-alinhada com nenhum lado específico da balança econômica adalariana, de sempre tentar governar para o povo e fazendo o possível para a manutenção da fé em Astva. Após a guerra civil, pelo menos um terço da população masculina de Al-Aradmalik havia se ferido de alguma forma, física ou psicologicamente, fazendo Athouman ficar paranoico com os efeitos da guerra sob seu povo, pois este também estava lá. Pesados investimentos na área de farmacêutica e hospitalar foram feitos, o que em longo prazo acabou resultando em Al-Aradmalik ser o maior exportador de farmacêuticos de Adalar nos dias de hoje.

Geografia[editar | hide | editar código-fonte]

Clima e Hidrografia de Al-Aradmalik

Clima[editar | hide | editar código-fonte]

Al-Aradmalik é o segundo maior país do mundo em área territorial, sendo o maior do seu continente. As bordas de Al-Aradmalik tem uma área total de 1.039.559.5 de quilômetros quadrados (km²). Seu território abrange dois fusos horários, UTC -5 e UTC -4. Seu código de área é 54.

A geografia de Al-Aradmalik é dominada pelo Deserto da Cisletânia "abraçada" por uma área semi-árida. Existem diversos rios no país, principalmente o grande rio ao centro de Al-Aradmalik que corta o deserto e o seu rio irmão ao leste que tem mais nascentes que o principal. O deserto é uma área impressionantemente fértil devido ao rio que inunda no verão e além disso, o território temperado ao leste é lotado de fazendas, juntamente do território ao oeste que faz borda com Koñamará e ao sul na borda com Syndimisäntö. A principal característica topográfica é o planalto central que segue o rio central e as enormes cordilheiras, tendo um pedaço da maior do mundo em seu território. Na costa do mar interno, há uma estreita planície costeira.

Com exceção da região de uma pequena região em Damaskur ao sul, em Buskarea ao leste e um uma pequena região que faz borda com Koñamará em Jalad'ar ao oeste, Al-Aradmalik tem um clima desértico e semiárido com temperaturas extremamente altas durante o dia e uma queda acentuada de temperatura durante a noite. As temperaturas médias no verão variam em torno de 31°C, mas podem atingir até 45°C. No inverno, a temperatura raramente cai abaixo de 10°C. Na primavera e no outono, o calor é temperado e as temperaturas médias ficam em torno de 29 °C. Abaixo os dados climatológicos da capital.

Dados climatológicos para Ja'Ahidah
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 45,7 45,5 42,5 39,3 34,5 29,3 27,3 31,1 35,3 39,5 41,9 43,9 45,7
Temperatura máxima média (°C) 38,0 38,1 35,6 31,1 24,0 18,4 16,5 18,7 22,7 28,4 33,7 36,7 28,5
Temperatura média (°C) 31,7 31,7 29,1 24,7 18,3 13,2 11,5 13,4 16,9 22,0 27,2 30,2 22,5
Temperatura mínima média (°C) 24,9 24,8 21,8 18,2 12,7 8,2 6,6 8,0 11,2 15,7 20,7 23,2 16,3
Temperatura mínima recorde (°C) 17,3 16,9 13,1 9,5 3,5 -0,6 -3,4 -2,0 0,8 4,0 11,0 15,0 -3,4
Precipitação (mm) 0 0,2 0,1 4,0 16,2 30,5 36,3 34,6 27,6 15,5 4,1 0 168,8
Dias com precipitação (≥ 0,1 mm) 0,1 0,1 0,1 1,4 4,3 7,4 8,6 7,6 8,7 7,7 2,5 0,1 48,3
Umidade relativa (%) 47 36 32 28 17 11 10 12 14 20 36 47 26
Horas de sol 359,8 337,5 291,8 293,7 247,1 197,1 196,1 202,3 223,1 254,5 308,2 348,6 3 259,6

Fontes: Serviço de Meteorologia de Ja'Ahidah

Fauna[editar | hide | editar código-fonte]

A vida animal inclui lobos, hienas, babuínos e lebres, entre outros. Animais maiores, como gazelas, órix e leopardos também é relativamente alta. Aves incluem falcões (que são capturados e treinados para a caça), águias, abutres e outros tantos. Existem várias espécies de cobras, muitas das quais são venenosas, e vários tipos de lagartos. Há uma grande variedade de vida marinha animal no mar interno. Entre os animais domesticados estão camelos, ovelhas, cabras, burros e galinhas.

Demografia[editar | hide | editar código-fonte]

A população de Al-Aradmalik em 6010 era estimada em 31 milhões pessoas, sendo o decimo terceiro país mais populoso de Adalar, incluindo aproximadamente 400 mil estrangeiros de países vizinhos, como druzis e afkarthes, e 100 mil de países que Al-Aradmalik não tem bordas com, como chevos e kawpasas. Até 5800, a maioria da população do país era nômade, mas atualmente mais de 90% da população é urbana, devido ao crescimento econômico e urbano acelerado. Al-Aradmalik é um país consideravelmente descentralizado, não tendo uma real separação distinta de área rural para área urbana.

Qualquer imigrante de Afkarth ou Druzine pode requisitar uma cidadania em Al-Aradmalik após 1 ano de moradia no país.

Língua Sukkhã[editar | hide | editar código-fonte]

Dialetos em Al-Aradmalik, Afkarth e Druzine
Al-Aradmalik possui diversos dialetos que circulam a língua sukkhã, porém, a população que reside nas áreas em que um dialeto é ou era comum normalmente também fala sukkhanmalik (que é considerado a língua "comum" sukkhã) em quase todas as situações. É fácil de confundir vendo algum mapa informativo que Al-Aradmalik, Druzine e Afkarth todos falam línguas diferentes, porém, mesmo que tenham suas diferenças notáveis na língua, elas tem inteligibilidade mútua entre si. Outros dialetos existiram em Al-Aradmalik em diferentes períodos da sua história (como o sukkhanjab'l, "sukkhã das montanhas", que é considerado extinto devido a menos de 0.1% da população ser fluente nesse dialeto e não ter nenhum material que permita que essa língua seja revivida através de estudos).
  • Sukkhanimalik (em amarelo)
  • Druzi ou Sukkhanamal (em verde)
  • Sukkhanmikir (em roxo)

É analisado por historiadores que o sistema de escrita sukkhã foi desenvolvido por pre-sukkhãs na região a 4700 anos atrás, tendo sido levada pela civilização Tsipra até eles (que por si só, desenvolveu o seu sistema de escrita a 5500 anos atrás), quando os descendentes de sukkhãs já haviam criado diversos assentamentos na região.

Idiomas[editar | hide | editar código-fonte]

Enquanto a língua oficial e mais falada de Al-Aradmalik é o sukkhanimalik, os outros dialetos também são levados em conta. O sukkhanamal é o idioma mais usado nos meios de comunicação, nos negócios e para fins administrativos em maior parte do país, e mesmo que Druzine e Afkarth falem nacionalmente outra língua, estas possuem inteligibilidade mútua que permite que imigrantes de ambos países não precisem aprender a língua um do outro para fazer turismo. Cerca de 81% da população fala sukkhanimalik, 14% outra língua relacionada ao sukkhã (quase sempre de um dos países vizinhos que compartilham de uma variante do sukkhã, como o sukkhanamal de Druzine ou o sukkhankimir de Afkarth) e outros 5% da população também são fluentes em outra língua.

Composição Étnica[editar | hide | editar código-fonte]

Idiomas de Al-Aradmalik
Idioma Porcentagem
Sukkhanimalik
  
81%
Variantes da língua sukkhã
  
14%
Outras línguas
  
5%

Segundo o IPA, no censo de 5990, 57.2% da população declararam se identificar como maliques, 12.6% como kimires, 10.4% como druzis, 8.2% como kawpasas, 6.1% como chevos e 5.5% como outra nacionalidade.

Al-Aradmalik é quase toda composta por membros da etnia sukkhã, muitos escolhendo dizer que os maliques, kimires e druzis deveriam ser todos catalogados na mesma etnia, os sukkhãs. Isto entretanto não é oficialmente feito pelo IPA para manter a soberania dos países vizinhos e da suas raças. Mesmo assim, todas raças realmente são descendentes dos povos nômades que ali habitaram e habitam ainda hoje.

A grande maioria dos maliques está localizado em cidades que fazem borda com o rio que corta o país, cujo tem extrema significância histórica (inclusive, a capital de Ja'Ahidah é localizada ali). Apesar disso, muitos também escolhem se recolher no sul e leste do país por terem terras que facilitam o plantio de vegetais específicos. O clima frio das montanhas do leste de Al-Aradmalik atrai muitos, que escolhem uma vida mais tranquila nas montanhas frias.

Religião Oficial[editar | hide | editar código-fonte]

Em Al-Aradmalik, a religião oficial do estado é o tabietismo qual é de extrema importância, os ensinamentos passados pelos Mujdars durante os anos influenciam a cultura e o modo de vida sukkhã completamente.

A história do Tabietismo começa com o primeiro Mujdar, Mujdar Nadheer, que viveu entre 5509 e 5578 e nasceu no sul da antiga Sukkhania, atual Al-Aradmalik. Mujdar Nadheer afirmava haver um ser supremo, e dizia que todas as religiões utilizavam nomes diferentes para a mesma divindade. Para Nadheer, a verdade não estava limitada somente a uma crença.

O termo tabiet significa, em sukkhã, "discípulo forte e tenaz". A doutrina básica do tabietismo consiste na crença em um único deus e nos ensinamentos dos nove mujdars do tabietismo que viveram todos em datas diferentes, influenciando o tabietismo de formas diferentes cada um em seu tempo. Os ensinamentos dos mudjars estão recolhidos no livro sagrado dos tabiets, o Puru Kakrj, considerado o nono e último mujdar. Para o tabietismo, Astva (deus) é eterno, sem gênero e sem forma, sendo impossível captá-lo em toda a sua essência. Ele foi o criador do mundo e dos seres humanos e deve ser alvo de devoção e de amor por parte dos humanos. Também por isso, os tabietistas acreditam que não há real diferença entre os humanos e que devemos os amar igualitariamente, independente de gênero ou raça, pois todos somos filhos de Astva.

O tabietismo ensina que os seres humanos estão separados de Astva devido ao egocentrismo que os caracteriza. Esse egocentrismo faz com que os seres humanos permaneçam presos no ciclo dos renascimentos e não alcancem a libertação, que no tabietismo é entendida como a união com Astva. Os tabiets acreditam no Kmarl, segundo o qual as ações positivas geram frutos positivos e permitem alcançar uma vida melhor e o progresso espiritual; a prática de ações negativas leva à infelicidade e ao renascer em formas consideradas inferiores, como um animal. Também por isso, devemos ter respeito por todas as coisas por todas elas terem uma alma nelas que um dia foi humana.

O tabietismo coloca ênfase em nove deveres, descritos como os Três Pilares do tabietismo:

  • Manter Astva presente na mente em todos os momentos;
  • Alcançar o sustento através da prática de trabalho honesto;
  • Partilhar os frutos do trabalho com aqueles que necessitam.

Uma das cerimônias mais importantes do tabiet é a iniciação na ordem Ilzka. Os tabiets que participaram a cerimônia recebem o título Mritdhari e podem sempre serem vistos com turbantes. A ordem Ilzka nada mais é que a "elite" dos tabiets, estes são os que realizam os rituais de casamento, que conduzem as missas e todos mridharis devem fazer um voto de pobreza, por estes e vários outros motivos são vistos com extremo respeito em suas comunidades. Ver tabiets que não são mritdharis usando turbantes não é incomum, apesar disso, principalmente pessoas com cabelos longos.

Um templo só é divino pois possui o Puru Kakrj no centro dele, os templos possuem 4 entradas dos 4 lados, porém somente um caminho até o Puru Kakrj, representando que todos os caminhos levam a Astva. Esses templos possuem cozinhas comunitárias baseadas em trabalho voluntário, chamadas de Lanjar. A comida servida é normalmente vegetariana, como lentilhas e feijões, pois abraça o maior número de pessoas ao mesmo tempo, porém, ser vegetariano não faz parte de ser um tabiet.

O sucessor do Mujdar Nadheer foi o Mujdar Agaard, seu discípulo mais dedicado, que dotou a língua sukkhã junto de outros tabiets.

O Mujdar Ammar (5519 a 5602) aboliu entre os tabiets a prática do sacrifício humano. Criou também vinte e dois distritos de pregação.

O Mujdar Ardhur (5603 a 5644) compilou o livro sagrado da religião, o Puru Kakrj, e mandou instalá-lo em todos os templos.

O Mujdar Haggarmin (5635 a 5678), militarizou a religião após a ruptura da religião, ordenando que todo sukkhã deveria carregar uma espada, a Kira como um objeto religioso, cuja deveria ser utilizada por todo sukkhã diariamente para defender aqueles que não podem se defender. Hoje em dia, é mais comum vista em forma de adagas. Desenvolveu-se desta forma a ideia da guerra como ato de auto-defesa da comunidade tabiet e como garante da ordem e da justiça. Até hoje, quem se propõe para lutar no exército de Al-Aradmalik é tido como um defensor da nação de extrema honra.

Os dois mujdars que o sucederam, o Mujdar Harrai (5670 a 5691) e o Mujdar Khrishan (5696 a 5702) tiveram uma liderança apolítica. O primeiro tinha um carácter contemplativo e interessou-se pouco pelo aspecto temporal da religião, enquanto que o segundo foi Mujdar por apenas três anos.

O nono mujdar, Mujdar Rahuljit (5706 a 5746), fundou a ordem militar dos Ilzka.

Religião Antiga[editar | hide | editar código-fonte]

Antes do tabietismo ser declarado religião oficial do Reino da Sukkhania, muitos sukkhãs compartilhavam de uma crença comum politeísta, o al'mukhismo

A religião do Al'mukhismo é extremamente descentralizada, não chega a ser secular porém não se constroem templos para os deuses específicos. Talvez veja ele usando símbolos específicos a aquele deus (como duas luas apontadas respectivamente para o sul e para o norte (representando a lua olhando para Adalar e para o céu) com uma estrela em suas costas no caso de U'ffyl). Os principais deuses do Al'mukhismo são: Alsamah (Deusa do Céu), U'ffyl (Deus da Noite), Ahsham (Deus do Sol), Iil'ahrzit (Deus do Rio), Wansha (Deusa da Colheita) e Diwa (Deusa da Medicina) - porém outros deuses regionais e menores são incorporados na religião, estes tomando a posição de deus menor, ou um "Diqhun" como chamado em sukkhã. Um exemplo desses é Hiban, o diqhun do vinho e dos vinhais. O mito da criação do Al'mukhismo é altamente conhecido: Alsamah era a deusa do céu no planeta de Adalar e se viu sozinha no mundo, ela rondava e rondava sem um objetivo, descobrindo várias esferas de diversos tamanhos inabitadas, e então se deparava com uma pequena esfera verde e azul que rodava sem direção. Alsamah então, criou o sol e de seu coração quente, criou Ahsham para manter ela sempre quente. De seus olhos criou as duas lua e pôs a mesma a circular por Adalar, pois esta protegeria e daria um nível baixo de luz, somente o suficiente para encontrar a casa, quando os humanos estivessem na terra e dê sua mente sábia criou U'ffyl, o deus mais sábio e o guardião dos humanos a noite. Do seu útero, criou os primeiros humanos e animais. Em cada humano, sua maior criação, estes que teriam o mesmo físico da Deusa, estes que iriam construir o mundo, pôs uma alma que ao ser liberta no céu, vira uma estrela, a acompanhando no céu. Do seu rim criou Diwa, para que esta permitisse e ajudasse os humanos e animais a se curassem de doenças e das suas mãos criou Wansha, a deusa da colheita, e Wansha criou em seguida as plantas e árvores, assim permitindo que o povo trabalhasse com as sementes das frutas das árvores e plantas que colheram. Para que estes pudessem plantar, deu suas veias, fazendo rios sangrarem do mar que contornava Adalar se formarem por todo mundo. Alsamah então fraca, tendo dado grande parte dos seus órgãos internos em prol da criação do seu povo, repousa em seu céu, esperando a companhia das estrelas.

Os deuses e dighuns quase sempre tomam formas antropomórficas, levando em conta como foram criados a visão de Alsamah que havia um corpo quase-humano, com algumas exceções para dighuns que são representados como animais.

Hoje em dia, os al'mukhs são minoria na sociedade sukkhã, ocupando pouco mais de 4% da população e sendo vista como uma religião retrograda e que presta somente para manter o povo no passado. Porém, a história dessa religião é respeitada e elementos da religião são representados no brasão de Al-Aradmalik.

A Ruptura Xatharista[editar | hide | editar código-fonte]

Teólogos afirmam que, em aproximadamente 5918, um homem pobre e que ninguém conhecia veio ao palácio de Ja'Ahidah afirmando que ele era filho de Astva, e começou a criar um certo culto ao redor dele, de pessoas que acreditaram na sua palavra firmemente. Seus ensinamentos eram variados, mas principalmente, que o primeiro Mujdar, Mujdar Nadheer teria mentido completamente sobre os ensinamentos de seu pai, principalmente na questão de que somos todos iguais. O homem afirmava que Nadheer havia feito isso para seu ganho pessoal. Este homem mais tarde se identificaria como Xathar, e em algum período tentaria confrontar o atual rei de Al-Aradmalik, Younes, dizendo que este deveria renuncia-lo e tornar Xathar o rei, pois ele era um messias e iria levar a paz para aquelas terras. O confronto foi ficando maior e uma hora, Younes ordenou a execução do homem, o que o martirizou.

Após sua martirização, seus seguidores declararam repúdio completo aos tabietistas e confrontos sangrentos foram tidos, o que resultou na eventual proibição da prática do xatharismo. Hoje em dia, a religião ainda é proibida e seus seguidores são um número pequeno, cerca de 1% da população, mas alguns confrontos ainda são tomados pelos tabiets que defendem sua fé e a veracidade das palavras do Mujdar Nadheer fervorosamente.

Governo e Política[editar | hide | editar código-fonte]

Al-Aradmalik é uma monarquia mista. A sede do governo é na cidade de Ja'Ahidah. O sufrágio é universal, igualitário, secreto e obrigatório. A constituição de Al-Aradmalik pode ser dividida em 3 ramos:

  • O poder executivo é centralizado no imperador, um título herdado, e este tem poder para eleger assistentes e delegar a eles seus poderes específicos;
  • O poder legislativo é exercido pelo Congresso Nacional, composto pelo Senado com 80 membros, com mandatos de quatro anos. Atualmente, 79% do Congresso Nacional é dominado pela coligação entre o FHS e o DT;
  • O poder judiciário é independente. A Suprema Corte tem sete membros nomeados pelo presidente. Os juízes de todos os outros tribunais são nomeados pelo Conselho da Magistratura Sukkhã, um secretariado composto por representantes dos juízes, advogados, o Congresso e o executivo.


Ministérios de Al-Aradmalik[editar | hide | editar código-fonte]

Castelo de Al-Aradmalik, casa da família real de Al-Aradmalik (e onde fica o Escritório Real de Al-Aradmalik)
Ministério Atual Ministro(a) Partido
Escritório Real de Al-Aradmalik Aklaksh Sukhmandir Democracia Tabietista
Ministério do Trabalho de Al-Aradmalik Taqi el-Abdella Fronte Humanista pela Soliedariedade
Ministério da Defesa de Al-Aradmalik Ibrahim Qasim Fronte Humanista pela Soliedariedade
Ministério da Agricultura de Al-Aradmalik Omar Ansari Democracia Tabietista
Ministério da Saúde de Al-Aradmalik Abdur Raqeeb Fronte Humanista pela Soliedariedade
Ministério da Fazenda de Al-Aradmalik Abdul Haleem Democracia Tabietista
Ministério do Comércio de Al-Aradmalik Mamoon Noorani Democracia Tabietista
Ministério da Educação de Al-Aradmalik Kameel Rehmann Fronte Humanista pela Soliedariedade
Ministério das Relações Internacionais de Al-Aradmalik Azmi el-Hassen Democracia Tabietista
Ministério das Comunicações de Al-Aradmalik Saamir Hasan Fronte Humanista pela Soliedariedade
Ministério da Justiça de Al-Aradmalik Nawaar Abbas Fronte Humanista pela Soliedariedade

Governo Roxo[editar | hide | editar código-fonte]

Através de uma coligação, dois partidos subiram ao poder em Al-Aradmalik: o Fronte Humanista pela Soliedariedade e o Democracia Tabietista, com uma facilitação devido a membros dentro da casa real de Al-Aradmalik serem a favor dos partidos e estes partidos não serem contra monarquias. O poder é dividido entre o FHS, um partido yoremista e o DT, um partido liberal clássico e religioso que tem em mente que defende a democracia dentro da moral religiosa tabietista e que juntamente do FHS é "pro-monarquia", apesar de alguns membros do FHS desejarem pela reforma de Al-Aradmalik em uma monarquia constitucionalista.

O Yoremismo[editar | hide | editar código-fonte]

Para entender o yoremismo necessitamos de entender primeiro o guptismo. O guptismo é uma ideologia nascida em Al-Aradmalik em meados de 5900 que não fez nenhum partido surgir além de algumas ligas que eram mais círculos de intelectuais tabiets que qualquer coisa. O guptismo parte da ideia de Taqomar Gupta, que argumentou que se aceitarmos a verdade transcendente de que todos somos filhos de Astva, não há como aceitar que a propriedade privada esteja concentrada nas mãos de umas poucas empresas ou de famílias poderosas. E tão pouco, podemos aceitar que a propriedade estejam concentradas na mão de um único dono, sendo este o estado. O guptismo se opõe tanto as ideologias totalistas que encarregam toda propriedade na mão do estado quanto ao liberalismo, argumentando que a concentração do mercado é algo natural na economia. Em essência, a síntese guptista argumenta que a propriedade privada deve ser distribuída ao maior número possível de famílias, pra isso é necessário haver uma regulamentação para que se evite que determinadas empresas se instalem no mercado e passem por fusões que as garantam acesso aos fundos públicos e então viriam a dominar todo mercado expulsando os donos de pequenas empresas.

Sai Sikjer Yorem, um doutor da igreja tabiet (título esse dado a apenas pessoas extremamente intelectuais dentro da organização da igreja tabiet) estudou o guptismo extensivamente durante sua vida, lançando uma série de estudos que atacavam partes do guptismo que considerava impróprias para uma sociedade, argumentando que os argumentos propostos por Gupta eram bons comentários, porém não condiziam de forma alguma com a realidade. Yorem escrevia que se você está arrancando de outras pessoas seu dinheiro para fazer caridade, isto não era caridade, além disso isso estaria matando a vontade dos humanos de realizar caridade para começo de conversa. A primeira coisa que deveria ser feita em relação a sociedade deve ser ensina-los a ética e a moralidade, esta é a base de uma civilização, o problema não é o material, não faz sentido pegar o material de um para dar para outro, pois isso não é ensinar para os humanos a moralidade, é apenas criar imoralidade dentro dos mesmos e isso destruiria a civilização. Além disso, a teoria dos guptistas de acordo com Yorem, acabaria levando somente a mais pobreza. Yorem escreveu, nos seus próximos livros, como deveríamos construir uma cidade economicamente e eticamente, formando hoje em dia o que é o yoremismo.

O yoremismo nada mais é que a teoria inicial do guptismo porém filtrada e melhorada, tirando todas "desavenças impossíveis" (como Yorem coloca em um de seus livros) e tornando-a algo além de apenas uma ideia. Em resumo, o yoremismo possui fatores estatistas em sua economia, valorizando de extremo a industrialização das fábricas mas também não se opõe de forma alguma à propriedade privada, mas deixando claro que não devemos nos permitir o material substituir nossa espiritualidade. O yoremismo deixa claro devemos seguir os três pilares do tabietismo, mantendo Astva em mente a todo momento, se sustentando de trabalho honesto e compartilhando os frutos de nosso trabalho com os mais necessitados que não podem trabalhar por si mesmos, pois isso é o essencial para a economia.

Família Real[editar | hide | editar código-fonte]

A família real de Al-Aradmalik é a família de Al Sadat, que já rege Al-Aradmalik a duas gerações, sendo seu primeiro rei Younes Al Sadat. O seu domínio de cidades ao sul de Al-Aradmalik é extremamente antigo, indo tão longe quanto 5800. O atual imperador é Athouman Al Sadat e após a morte trágica de Psamtic Hajjar Al Sadat, filho de Athouman, o trono foi passado para Sukaina Gullhjarta Al Sadat, a filha mais velha. Athouman tem duas filhas: a herdeira, Sukaina Al Sadat e Aaliyah Al Sadat. A esposa de Athouman, Amina teria morrido mais cedo em 6007 devido a complicações de um câncer no seu seio esquerdo. Após isso, programas contra o câncer de mama em Al-Aradmalik foram estabelecidos em nome de Amina e estão em vigor até hoje.

Uma tradição real de Al-Aradmalik que os acompanha a muitos anos, começada como um método de intimidar os inimigos, é a família real nunca mostrar o seu rosto, sempre cobertor por alguma máscara ou cota de malha. Hoje em dia ainda é praticado de forma cerimonial, mas não é usado em situações diárias e várias aparições na televisão da família real sem máscara já ocorreram. Além disso, a monarquia malique é isenta de algum tipo de coroa, utilizando de uma espada cerimonial passada de rei para rei desde Younes.

A cor real de Al-Aradmalik é o vermelho-sukkhã, presente em sua bandeira.

Subdivisões de Al-Aradmalik

Subdivisões[editar | hide | editar código-fonte]

Al-Aradmalik é dividida hierarquicamente em subdivisões: províncias, distritos e então vilas.

Al-Aradmalik está dividida em sete subdivisões, para efeitos estatísticos, nas quais são agrupadas as províncias do país. Foram definidas originalmente no Primeiro Congresso de Geografia, organizado em 5998. As regiões definidas neste contexto destinam-se meramente a propósitos estatísticos e não se referem a divisões administrativas. As subdivisões são listadas a seguir: Damaskur, Ma'rin, Jalad'ar, Buskarea, Aljab'er, Bambara e Kamam

Relações Exteriores[editar | hide | editar código-fonte]

Al-Aradmalik tem relações consideravelmente boas com a maioria dos países da sua região, principalmente Afkarth e Druzine, que possui muitas assimilações culturais às suas. Também tem buscado a atenção de Kawsalpa para melhores relações diplomáticas e especialmente econômicas. Possui boas relações com Grinquercheve indiretamente devido ao fato de que 30% da população cheva é composta por sukkhãs. Em 6009 fora estabelecido a União da Comunidade Letã (UNICOL), um bloco econômico entre Al-Aradmalik, Afkarth e Druzine que tem em visão a integração econômica e uma união aduaneira entre os países irmãos. Al-Aradmalik não possui más relações com nenhum país de Adalar especificamente, no máximo, indiferentes com alguns países no outro lado do continente.

Forças Armadas[editar | hide | editar código-fonte]

O Exército Real Malique compreendem o Exército Real de Al-Aradmalik e a Força Aérea Real de Al-Aradmalik. Al-Aradmalik possui uma das menores marinhas do mundo, sendo composta apenas por alguns destruidores e guardas costais que permanecem no mar interno da Letânia. Seu exército não é o maior do mundo também, mas boa parte disso é resultado do seu exército usar um modelo profissional ao invés de conscrito

O Exército é responsável pelas operações militares por terra e conta com uma força de cerca de 250.000 soldados. Al-Aradmalik tem poucos veículos de infantaria quanto a maioria dos países e o mesmo pode ser dito para os blindados. Apesar disso, em 6010, tanques druzis e um modelo adaptado de kyzyl estão agendados para serem comprados para o Exército Real de Al-Aradmalik. A Força Aérea Real de Al-Aradmalik é o ramo de guerra aérea das Forças Armadas Maliques. Atualmente, as Forças Armadas Maliques tem uma força ativa de 50 mil militares e opera em torno de 200 caças e 100 bombardeiros.

Economia[editar | hide | editar código-fonte]

Al-Aradmalik tem um dos maiores potenciais econômicos da Letânia e a maior da Cisletânia. Em uma análise feita por um jornalista auber, fora dito que Al-Aradmalik segue um modelo parecido com o de Kawsalpa porém, ao mesmo tempo, extremamente diferente, tendo elementos socialistas moderados em sua economia mas não interferindo na propriedade privada de nenhum cidadão sukkhã. Al-Aradmalik tem diversos recursos naturais e uma das maiores indústrias farmacêuticas do mundo, somente tendo que competir com Saiman, que por não compartilhar dos mesmos recursos naturais que Al-Aradmalik necessita de um alto nível de exportação para fabricar os farmacêuticos, em contraste a Al-Aradmalik que não necessita de quase nenhuma importação. Também lidera universalmente o mercado de sal, tabaco e vidrais. Estima-se que a economia sukkhã poderia se tornar uma das maiores do mundo sob as condições corretas, principalmente, se pudesse comercializar seus recursos naturais pelo mar. O PIB (PPC) per capita atual é de 320 Schens, sendo a décima sétima maior de Adalar na frente de Wainui e atrás de Ushktëp (6008). Al-Aradmalik tem uma força de trabalho de mais de 15 milhões de pessoas e desemprego de 7,3%, descendo rapidamente.

O país vem ampliando sua presença nos mercados financeiros desde 6008, principalmente nas áreas que mais domina; como o mercado de farmacêuticos, de vitrais e vendendo sal, além de minoritariamente se concentrar na indústria alimentícia e de produtos a base de uva, como licores aperitivos e destilados leves. Al-Aradmalik tem muitas dificuldades em fazer comércio, apesar disso, devido a não ter nenhum porto ao mar, então todo seu comércio é feito por ar ou com seus vizinhos.

Infraestrutura[editar | hide | editar código-fonte]

Educação[editar | hide | editar código-fonte]

Em Al-Aradmalik, crianças de 3-5 anos podem ir ao jardim de infância. No entanto, o comparecimento dos jardins de infância não é um pré-requisito para a inscrição de primeira série do ensino fundamental e jardins de infância não são parte do ensino oficial de Al-Aradmalik. De acordo com dados do governo, em torno de 50 mil crianças estavam no ensino pré-primário em 6008. A educação primária em Al-Aradmalik dura seis anos, e as crianças com a idade de 6 anos entram na primeira série do ensino fundamental. A fim de passar para ensino médio, as crianças devem passar em um exame no final no seu último ano (sexto) e obter um certificado. De acordo com dados do governo, 1,212,482 alunos estavam no ensino primário em 6008 e o número de professores totalizaram 117.555 em 6008. O ensino médio em Al-Aradmalik dura três anos. De acordo com dados do governo, 544,548 alunos estavam no ensino médio em 6008 e o número de professores totalizaram 58.06 em 6008. O ensino secundário em Al-Aradmalik dura três anos e esta é a etapa final da educação geral. Depois do ensino médio, os alunos têm a oportunidade de seguirem para o ensino secundário geral e especializado, instituto secundário técnico que fornecem programas de educação e formação técnica e profissional que tem a duração de três anos com opções nas áreas de indústria, comércio e agricultura. Ensino superior em Al-Aradmalik dura quatro anos na área de ciências humanas e sociais e de cinco a seis anos no campo da medicina, engenharia e farmacêutica. A construção da Universidade de Ja'Ahidah em 6000 foi o ponto de partida do sistema de ensino superior moderno em Al-Aradmalik. Existem 11 universidades em Al-Aradmalik. Entre elas, a Universidade Baijillah, a Universidade Tall Kappur e a Universidade Askergan foram. As universidades oferecem diplomas e bacharelado, mestrado e doutorado em diversas especializações científicas e humanas.

De acordo com um relatório do governo em 6005, mais de 60% dos estudantes das faculdades em Al-Aradmalik são nas áreas medicina e na área de farmacêutica. O governo de Al-Aradmalik passou a incentivar estudantes sukkhãs se tornarem médicos.

A taxa de alfabetização de Al-Aradmalik é de 89%.

Saúde[editar | hide | editar código-fonte]

A saúde de Al-Aradmalik é uma das melhores do mundo, tendo em conta sua produção de produtos relacionados a farmacêutica. Além disso, o curso mais procurado por jovens sukkhãs na faculdade é algum curso relacionado a medicina.

No contrato de trabalho em Al-Aradmalik, a empresa é obrigada a fornecer algum tipo de convênio médico, e isso se estende a intervenções mais complexas. De acordo com a legislação de Al-Aradmalik, membros com uma renda superior a 1000R$ por mês serão cobrados, dependendo da gravidade, após seu tratamento no hospital. Isso é com o argumento de que sem isso, manter a saúde gratuita seria extremamente difícil. Esforços para melhorar a saúde pública têm sido grandes nos últimos anos, com inúmeras políticas públicas sendo criadas. Estrangeiros e imigrantes não-naturalizados em Al-Aradmalik que precisem usar quaisquer serviços de saúde precisam também precisam pagar uma taxa de acordo com a gravidade do sintoma, que o habilitará a utilizar o sistema de maneira análoga a de um cidadão sukkhãs.

Cultura[editar | hide | editar código-fonte]

A cultura de Al-Aradmalik é extremamente rica, com danças locais e uma grande ênfase na música e belas artes. A cultura de Al-Aradmalik foi herdada pelos povos relacionados ao povo nômade sukkhã, como Afkarth e Druzine, notavelmente estes compartilham da religião tabietista e também compartilham entre si aspectos de arquitetura. Al-Aradmalik notavelmente não tem nada contra imigrantes expressarem sua cultura, ao contrário, a cultura de outros povos é abraçada pelo povo de Al-Aradmalik, e muitas vezes é integrada na cultura sukkhã. Alguns feriados são tidos durante o ano, notavelmente o aniversário de morte do Primeiro Rei Ibrahim em 14 de Hatte.

Música[editar | hide | editar código-fonte]

A música sukkhã é caracterizada por uma ênfase na melodia e ritmo, em oposição à harmonia. Há alguns gêneros de música sukkhã que são polifônicos, mas normalmente, a música sukkhã é homofônica. Tal tradição possui raízes na poesia do período pré-sukkhã conhecida como "jahil'yah". O canto era tarefa confiada as mulheres com belas vozes que aprendiam também a tocar instrumentos (tambor, viola, etc...) e em seguida, executavam canções respeitando a métrica poética. As composições eram simples, cantadas em um único "maqam" (sistema modal utilizado na música sukkhã tradicional). Tanto a composição quanto a improvisação musical são baseados no sistema maqam. Maqams são executados na música vocal ou na instrumental sem incluir o componente rítmico.

Danças[editar | hide | editar código-fonte]

Uma das expressões artísticas mais importantes entre os sukkhã é a dança, na qual o dabke é o mais característico. Isso é acompanhado de coreografias complexas, danças de grupo, pisadas de pés (ou dabke), aplausos e gritos. Ela é tradicionalmente dançada durante a primavera, estação chuvosa e em casamentos na época da colheita. O dabke é uma dança jovem que requer energia e força, que assume a forma de um semicírculo, geralmente entre 6 e 15 dançarinos. Às vezes, há um líder entre eles, que deve ser uma pessoa engraçada e encantadora. Provém da antiga tradição de pisar fortemente sobre argila.

Também muito importante para os sukkhã e que é praticado solenemente por mulheres, a dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões da Cisletânia, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhante a uma serpente foram registrados principalmente em Al-Aradmalik que mantém a tradição viva até hoje, e tinham como objetivo, preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. É composta por uma série de movimentos vibrantes, impactantes, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo.

Esportes[editar | hide | editar código-fonte]

Em Al-Aradmalik, o futebol se destaca por ser o esporte mais comum jogado entre o povo sukkhã, que não é limitado pelo terreno, independente de campos de areia ou gramados. Os dois favoritos de Al-Aradmalik são o Atlético de Askergan e Atlético de Ja'Ahidah respectivamente. Ambos times entraram como convidados na Copa dos Campeões da Letânia Ocidental de 6009, o Atlético de Ja'Ahidah sido eliminado na terceira rodada da primeira fase e o Atlético de Askergan ficado para a última rodada contra o Tiwanaku FC de Wainui e ganhando de 1x0 na final, tornando-se campeão pela primeira vez em 6009. Al-Aradmalik atualmente possui uma das mais fortes seleções da Cisletânia.

Também é comum se praticar a Luta Livre Uttakh. A Luta Livre Sukkhã é um esporte que envolve técnicas de agarramento como a luta em clinch, arremessos e derrubadas, chaves, pinos e outros golpes do grappling. O Wrestling é uma competição física entre dois competidores de sparring, que tentam ganhar e manter uma posição superior na luta, é permitido uso das pernas tanto no ataque quanto na defesa. A condição de vitória da Luta Livre Sukkhã é submeter fixo o seu adversário no tatame (ou ao chão). É extremamente popular entre o povo da montanha, que possuem ginásios em suas cidades e acaba sendo praticado mais que o futebol por lá. O governo de Al-Aradmalik investe neste esporte, afirmando que é algo extremamente cultural, e o próprio Rei Athouman já foi lutador um dia, exibindo seus troféus no seu gabinete real.

Gastronomia[editar | hide | editar código-fonte]

A comida local é bastante condimentada, as carnes mais comuns a se consumir e a ser usada nos pratos tradicionais são cordeiro e frango. Junto disso, as comidas mais encontradas para se consumir são o arroz e as lentilhas. Sukkhãs são extremamente aproximados de comidas apimentadas e pimentas em geral, desde quando Druzine apresentou o ouro vermelho para eles. Um prato que é extremamente querido entre tanto o povo de Druzine e Al-Aradmalik é a feijoada, prato este feito de feijões e carne de porco. Alguns sukkhãs gostam de adicionar pimentas à feijoada, tornando a feijoada um prato apimentado. O prato nacional do país é o Mansaf[1], comida feita com arroz e carne de cordeiro.

Bebidas a base de uva normalmente são tomadas antes de refeições (tomando a forma de aperitivos) e também é comum para tomarem bebidas alcoólicas leves a base de uva. No departamento de refrigerantes, algumas empresas nacionais (majoritariamente locais) fazem um bom trabalho de acompanhar a comida de rua uttakh, normalmente tomando o sabor de frutas, mas o refrigerante mais famoso de Al-Aradmalik são os da marca Rachensav Bandwery, importados de Grinquercheve.

A comida de rua de Al-Aradmalik é variada, a comida de rua que mais é fácil encontrar em e fora de Al-Aradmalik é um pão ázimo enrolado com carne de ovelha, porco e as vezes batata frita ou queijo de cabra (porém, sukkhãs-chevos costumam usar queijo de vaca pela sua acessibilidade lá, mas é fácil encontrar ambas variações quando for pedir o lanche)