Guerra Civil Dämiak

De UBRwiki
Ir para navegação Ir para pesquisar
Guerra Civil Dämiak
Parte da(o) Crise dos Anos 6000
Período 12 de mahrkhis de 6000 a 15 de neal de 6003
Local  Dämiakären
 Confederação das Repúblicas Dämiaks
Causas Crise diplomática entre a UNdN e a LPL de 6000
Participantes do conflito
Legalistas:

 Dämiakären

Rebeldes:

Dämiakächër Confederação das Repúblicas Dämiaks

A Guerra Civil Dämiak foi conflito civil, cujo rebeldes começaram a tentar derrubar o governo confederado e monarquista de Dämiakächër devido a revolta da população pela recuada a ofensiva dämiakächërniana contra a Liga dos Povos Livres, especialmente contra a União de Auberon.

Foi o maior conflito dos anos 6000, pois colocou de forma ativa, as maiores potências mundiais na época, redefinindo pós-guerra, todo o cenário político e administrativo mundial.

Crise dos Anos 6000[editar | hide | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Crise dos Anos 6000

Participantes do Conflito[editar | hide | editar código-fonte]

Legalistas Rebeldes
 Dämiakären
 Confederação das Repúblicas Dämiaks
Liga dos Povos Livres Internacional Socialista
 Auberon  Kylmätta
 Helgedoff
 Grinquercheve
 Ushktëp
 Krasnaya
 Wainui
União Nobre das Nações
 Tōkai
 Südelbar
Sem Bandeira Elysia
Derrotados
 Dämiakächër
Sem Bandeira Império de Dämiakächër

Atentado e Invasão ao Parlamento[editar | hide | editar código-fonte]

No dia 12 de mahrkhis de 6000, em uma reunião do Parlamento Confederado Dämiakächërniano, rebeldes anti-Myänan realizaram um atentado dentro do prédio parlamentar, matando vários parlamentares. Nas ruas, a população foi protestar contra o Parlamento, gritando palavras de ordem como: "Rei, Lei e Raça" e se auto-intitulavam "a Vanguarda" e indo rumo ao Palácio de Teriomiitën, moradia oficial do Praidaschëearin de Dämiakächër, enquanto o Rei fugia pra Müshiden. Então, a Polícia do Confederado Central foi também rumo ao Palácio, na intenção de salvar a Praidaschëearin, porém, os rebeldes juntamente com a população também estavam indo ao local. E quando as duas partes chegaram, o previsto aconteceu, uma sangrenta batalha ocorreu na frente da residência da Praidaschëearin, tendo como vitoriosos, os rebeldes. Não se sabe se a Praidaschëearin de Dämiakächër, Myänan Halmatachër, foi morta depois do confronto entre os rebeldes e a polícia, ou se fora sequestrada, mas o fato foi que ela acabou morrendo não muito tempo depois, tendo sua morte confirmada no dia 02 de nikku do ano seguinte, pelo Gabinete Confederado de Segurança. Ali começava oficialmente a Guerra Civil Dämiak.

Protocolo de Unificação Nacional e a dissolução do Parlamento[editar | hide | editar código-fonte]

Em 15 de mahrkhis de 6000, o rei Nicolas I de Dämiakächër decide evocar o Protocolo de Unificação Nacional, dissolvendo o Parlamento, se tornando a única autoridade executiva e legislativa no país. Os parlamentares acharam a atitude do Rei Nicolas desconfortante após o atentado contra o parlamento, muitos dos partidos, até de centro-direita, mudaram suas alianças para a Confederação, e muitos de seus eleitores foram com eles.

O Reino Confederado de Dämiakächër e a Vanguarda Dämiakächërniana se unem[editar | hide | editar código-fonte]

Uma carta chegou ao Rei Nicolas pedindo uma assembleia com os lideres da Vanguarda, que se interessaram a formar uma aliança caso este comparece e eles possam concordar com alguns pontos. O acordo entre o Reino Confederado de Dämiakächër e a Vanguarda foi feito, em 16 de mahrkhis de 6000, com este acordo, Dämiakächër e a Vanguarda se unificaram, e cessaram os conflitos entre si.

O Ataque de Yümaschër[editar | hide | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Ataque a Yümaschër
Em Yümaschër, Dämiakächër, os líderes da UNdN são feitos reféns e trancados na Assembléia Legislativa do Confederado do Sul pelo "Exército Confederado do Povo", como se intitulam os rebeldes, uma unidade irregular da Confederação das Repúblicas Dämiak. O Rei Nicolas I, o Major Hëkaschër Mätinhöchërn e o Ministro da Defesa Hëterkiën Mülhkchër são julgados por uma corte de justiça militar, com colegiado formado de 3 juízes de Yümaschër, pelo crime de Alta Traição. Entre os tópicos da acusação estavam:

Após examinarem os fatos, argumentos, evidências, provas e a defesa dos acusados, a corte revolucionária decidiu pela condenação por Alta Traição de:

A pena para este crime é a morte

O Rei Nicolas I foi levado para uma guilhotina, ao meio dia do dia 16 de terdúllya de 6001, com uma larga multidão ao seu redor, ele se ajoelhou perante a guilhotina e foi forçado a cabeça dentro do mecanismo, recusando-se a facilitar sua execução. Assim que sua cabeça passou o buraco da guilhotina, ela se fechou e o carrasco leu sua condenação em alto brado. Assim que terminada a leitura, puxou uma roldana que liberou a lâmina, decepando a cabeça do rei. Seu corpo deslizou para dentro do caixão ao lado da guilhotina enquanto sua cabeça caiu em um certo à frente da guilhotina, qual foi levantada pelos cabelos e exibida ao público pelo carrasco. O destino dos seus restos mortais é incerto. O Ministro da Defesa Hëterkiën Mülhkchër e o Major Hëkaschër Mäntinhöchërn foram executados por um pelotão de fuzilamento em frente a Assembléia Legislativa.

Ofensiva dos legalistas[editar | hide | editar código-fonte]

Guiados pelo Major Hötinkaschërn, por ordem do General Yöschernm Kältinchër, A Base Militar de Tëlköförsch marcha rumo a Miträch, capital ocupada da Confederação das Repúblicas Dämiak. Eles tem que passar por 4 cidades até chegarem em Miträch, caminho este que foi apelidado de Estrada de Tëriomiitën. A primeira cidade é Hümatochimn.

A Batalha de Hümatochimn[editar | hide | editar código-fonte]

Cerca de 25 mil homens do Exército Confederado Dämiakächërniano, sob o comando do Major Hötinkaschërn, iniciaram uma ofensiva contra os rebeldes com o objetivo de tomar a cidade de Hümatochimn. O avanço, embora pouco suprimido e em força certamente não organizada foi vicioso. Haviam tropas rebeldes em peso em Hümatochimn, superando as forças legalistas quase 4 à 1. Os rebeldes encheram a cidade de barricadas: mesas, sacos de areia, cimento e grãos. Os rebeldes não possuíam artilharia, mas estranhamente possuíam tanques Krasnayos T-54, embora era nítido que não tinham a experiência dos veículos para utilizarem eles em sua total potencialidade. Os legalistas em formações de combate urbano conseguiram varrer, rua por rua, lentamente, os rebeldes, porém com altíssimas baixas. Os rebeldes na verdade pouco lutaram por Hümatochimn, preferindo recuar cada vez que a pressão das unidades legalistas começavam a sobrepujar a deles. No final, os legalistas conseguiram libertar mais de 2/3 da cidade, porém sob um alto custo. Dos 25 mil soldados legalistas que puxaram a ofensiva, menos da metade sobram vivos, e desses quase metade são feridos fora de combate.

O Major Hötinkaschërn envia um pedido urgente ao Estado Maior Dämiak por reforços, suprimentos médicos, equipamento e munição, além de estar furioso pela falta de informação sobre os números dos rebeldes em Hümatochimn e a falta de apoio aéreo que a ofensiva recebeu. Hötinkaschërn pede para suspenderem a marcha ao norte pela Estrada de Tëriomiitën, dizendo que os rebeldes provavelmente tomaram posições defensivas mais seguras ao norte, podendo até contra-atacar Hümatochimn e retomá-la no estado que suas tropas estão. A base militar de Tëmanchër foi rumo a Hümatochimn dar suporte médico e militar pros soldados e civis das cidades

Elysia entra no conflito[editar | hide | editar código-fonte]

Elysia declarou em 18 de terdúllya de 6001, mobilização total da força aérea, enviando 300 caças e 100 bombardeiros (evitando espaço aéreo de Kylmätta) para Dämiakächër, também são mobilizados 320,000 homens para serem transportados por mar para território aliado em Dämiakächër.

Tentativa de sitiar Yümascher por parte dos legalistas[editar | hide | editar código-fonte]

Em um ataque surpresa, no dia 20 de terdúllya de 6001, as Forças Armadas de Dämiakächër (Aeronáutica e Exército), invadem as regiões próximas a Yümaschër, com o objetivo de sitiar a cidade. Fontes do governo que estavam em Yümaschër informaram que os rebeldes estavam com um número estimado de 4 mil soldados na região, 2 mil só na capital, o que fizera com que as Forças Armadas se preparassem.

Até o dia 28 de terdúllya de 6001, após uma semana de combate, os dämiaks estão em um impasse contra as forças rebeldes. Apesar da superioridade legalista, os rebeldes entrincheiraram-se fortemente no arredores de Yümaschër e chegaram a contra-atacar várias posições do exército durante a ofensiva. Apenas ganhos marginais de território foram alcançados sob custo de relativamente poucas baixas ao exército Dämiak. O impasse de Yümaschër prosseguiu.

Bloqueio da Liga dos Povos Livres[editar | hide | editar código-fonte]

Auberon retomara sua Zona de Quarentena de Elysia, em 24 de terdúllya de 6001, bloqueando o trânsito de todos os navios na região com destino à Elysia. Auberon demandava de Elysia o cumprimento do Tratado de 6000 assinado entre as duas nações, a instalação de uma Comissão da Liga das Nações para Assuntos Nucleares permanente em Elysia e o desmantelamento das minas de urânio em Elysia. Aviões Aubers irão patrulhar as águas da região. A Marinha de Auberon estaria instituindo uma Zona de Exclusão Total (ZET) de 100 Milhas Náuticas de qualquer ilha ao sul do Arquipélago Elysio no Oceano Ártico. Qualquer embarcação que cruzar a ZET seria notificada pela Marinha Auber ou aliados e, se não desse meia volta após 2 notificações, será engajada ofensivamente e afundada.

A marinha de Helgedoff novamente tomaria conta da Linha Gargalo com 1 porta-aviões, 2 encouraçados e 5 contra-torpedeiros. Para o restante do bloqueio seriam enviados mais 1 porta-aviões, 4 encouraçados, 8 contra-torpedeiros e 15 cruzadores. Seriam enviados ainda 10 caças e 10 bombardeiros, sendo que esse número poderia aumentar caso fosse necessário.

A Marinha mättana se mobilizaria, e seria a base com auxilio de Auberon da Linha Adaga, e iria também manter as linhas de Suprimento entre suas extrações de carvão e petróleo no sul e seus portos mais cruciais.

Resultado em Elysia e as reações de Ushktëp e Kylmätta[editar | hide | editar código-fonte]

Após 3 semanas mobilizando militares, Elysia estaria travada principalmente na infraestrutura e logística, os caças tentavam achar uma rota aceitável em que eles não caíssem em distancia de fogo rebelde para chegar em Dämiakächer e grande parte dos 320 mil homens mobilizados estariam travados em estações de trem e portos na boca do principal rio de Elysia, os principais portos não estavam prontos para transportar tais forças, o caminho era difícil devido ao posicionamento de Kylmätta e o Delta Dämiak também não estava muito preparado para receber tais forças, no final de 3 semanas nenhum homem homens chegou em território Dämiak devido ao bloqueio auber, apenas 15 caças e 10 bombardeiros, no geral, a situação estava uma bagunça, e alguns indicavam que iria levar pelo menos mais 6 semanas para a mobilização se concluir.

O segundo bloqueio fica conhecido entre os elysianos como o "segundo impacto", ele se formou tão rapidamente, em menos de 2 dias, que os elysios não tiveram tempo de se preparar, o mercado recentemente aberto elysio não suportou o baque, nas lojas faltavam itens básicos e a fome já atinge grande parte da população, o mercado já não acredita na capacidade elysia de se manter estável ou de manter seus acordos, a economia elysia entrou em declínio rápido.

Em 24 de terdúllya de 6001, com o bloqueio auber reiniciado, Elysia mobiliza seu exército, com 6/8 do exército sendo enviado pra fronteira de Kylmätta, cerca de 200,000 soldados ficando no litoral, e o restante em estado de defesa na fronteira de Ushktëp. Stauffer também declara mobilização total.

Mesmo com a mobilização já em curso tendo foco em outra área, os elysios conseguem reformular os planos e mobilizam todo o exercito para as posições em 3 semanas, como previsto.

A mobilização gerou reação do exército mattano se mobiliza, com 65% do exército ativo sendo mandado para a fronteira com Elysia, enquanto os reservas são dados treino para refrescar suas capacidades, e o remanescente do exercito é geralmente mandado para regiões perto ou na cidade de Siniäria ou para a bacia de rio.

Com o aumento das tensões regionais e a tomada do poder em Elysia por Stauffer, Ushktëp ativa o protocolo SEELE-NER mantendo os militares na fronteira com Elysia e nas fortificações do interior em estado de alerta, e assegurando aos vilarejos fronteiriços guarnições e grupos de reposta a desastre para possíveis evacuações perante DROH-LILIN (Situações de ameaça contra a vida humana).

Tentativa tokaii de resgate do Imperador[editar | hide | editar código-fonte]

Após a reunião, em 22 de terdúllya de 6001, foi decidido que está na hora de iniciar a operação de resgate ao Hiramura, chamado Operação Seis. As operações serão realizadas pelo 66º Batalhão, conhecido como "Os Invisíveis", por sua especialização em operações secretas. São pouco mais de 500 homens envolvidos, entre o suporte e equipe de invasão, que participarão na invasão furtiva e resgate de Hiramura, seus guardas e qualquer aliado possível capturado.

Mas em 28 de terdúllya de 6001, os 500 homens são emboscados e muitos não conseguem penetrar em Yümascher, os que não são capturados ou mortos retornam humilhados para Tōkai, a Operação Seis fora um fracasso.

Ameaça de Elysia e Dämiakächer a Marinha Auber, e a mobilização auberônica[editar | hide | editar código-fonte]

Karl Stauffer fez um discurso furioso ao povo de Elysia, em 28 de terdúllya de 6001, informando eles que Auberon afundou navios carregando 10 mil Elysios e afirma: "Não importa quantos navios ou soldados e sua raça degenerada imponham sobre nós, Elysia irá enviar soldados a Dämiakächër pra resgatar nosso líder de um jeito ou de outro, se Auberon desejar abrir o bloqueio para tropas de Elysia recuperarem nosso líder em Dämiakächër, negociação é possível. Caso contrário a Segunda Grande Guerra é inevitável."

Logo depois, Auberon respondeu dizendo que manteria o bloqueio econômico e afirmou que se novos navios tentarem furam o bloqueio, mais Elysios iriam procurar pelo seu líder no fundo do mar. A marinha de Dämiakächër retrucou, em provocação, dizendo que "Se mais um navio de Dämiakächër for afundado, sangue auber se misturará ao azul do oceano".

Após a ameça dämiakächërniana, Auberon enviou 300 mil homens dos 800 mil enviados à fronteira Kylmätta-Elysiana para a fronteira norte, com Dämiakächër. A Força Expedicionária Auber de 800 mil soldados para serem estacionados na fronteira com o Império de Elysia demora 6 semanas para se estabelecer no local programado. Em resposta, no dia 18 de nikku de 6002, 185 mil soldados dämiakächërnianos são enviados a fronteira entre Dämiakächër e Kylmätta, o espaço aéreo só está aberto para aviões identificados na região.

Ofensiva de Nikku[editar | hide | editar código-fonte]

De 05 de nikku até 17 de nikku, os confederados capturaram a aldeia e o forte de Lamïmïsön e assumiram o controle do Caminho de Teriomiitën para Kähninmërki. O 7º Exército Confederado (liderado pelo general Hënscher Müniakärtën) descobriu os preparativos legalistas para o seu próprio ataque e também identificou a data e a hora. Os legalistas então escolheram um recuo geral do fronte, passando então a defender as posições de frente, em vez de trata-las como uma zona avançada e conduzir a defesa principal ao norte de Tërimanchër. Naquela região, a artilharia legalista estava em desvantagem três para um e na frente da 14ª Divisão, 32 baterias legalistas foram confrontadas por 125 confederadas, que silenciaram a maioria das armas legalistas antes do ataque. Gás dos bombardeios da Força Aérea Dämiak em terras baixas perto de Rëknäterin tornou-se tão denso que era impossível levar munição e suprimentos para a frente ou remover os feridos. Batalhões de divisões de contra-ataque legalistas especializadas foram distribuídas ao longo da linha de frente e foram apanhadas por tanques T-54 confederados, abrigos de infantaria legalistas foram identificados por tropas de reconhecimento avançadas confederadas e sistematicamente destruídos. Depois que o bombardeio de quatro dias foi prolongado por mais dois dias por causa do mau tempo, os corpos XIV, XXI e XI do Sexto Exército Confederado atacaram o fronte com mais seis divisões. Zero hora tinha sido marcada para as 5:45 da manhã, mas uma mensagem legalista, ordenando que as guarnições da frente estivessem prontas às 5:30 da manhã, foi interceptada e a hora de início confederada foi adiantada às 5:15 da manhã.

A infantaria confederada avançou atrás de uma elaborada barragem rastejante, mas a hora zero anterior significou que o ataque começou no escuro. A chuva começou a cair às 6:00 da manhã e os 63 tanques legalistas foram impedidos pela lama e 27 atolados atrás da linha de frente confederada. Quinze tanques foram imobilizados cruzando a terra de ninguém ou na linha de frente legalista, mas os 21 tanques restantes e a infantaria alcançaram a segunda posição legalista de acordo com o planejado. A 38ª Divisão capturou o Forte de Lamïmïson e o XXI Corpo levou Allëmischer e Vädessäs. De 14 a 16 de outubro, os corpos dos XXI e XIV avançaram rapidamente; o I Corpo de Cavalaria foi levado para a área do XIV Corpo, pronto para explorar um colapso legalista. O 7º Exército Real conduziu uma retirada do Caminho de Teriomiitën para a margem norte da Tërimanchër na noite de 17 de nikku.

Queda do Gabinete Confederado de Segurança[editar | hide | editar código-fonte]

O Gabinete Confederado de Segurança renunciou as 3 horas do dia 20 de atymi em uma coletiva, não se sabe até hoje o motivo, muitas informações desencontradas ao longo do tempo. Segundo especialistas, naquele exato momento, não havia líder e Dämiakächer vivia um impasse, não havia monarquia, nem outra forma de governo, haviam especialistas que até dizem que o "Estado caiu!".

A Suprema Corte também se dissolveu junto com o Gabinete, mas ordenou que o povo escolhesse um novo sistema de governo, onde, surpreendendo a população, não havia na lista de votação, a atual monarquia confederada. A UNdN foi alertada e não se sabia se o país continuaria na organização depois do plebiscito. Nacionalistas tentavam agredir os militares, naquele exato momento, aos gritos de "covardes!", enquanto o Gabinete era escoltado até o Aeroporto

A reação popular e o surgimento de Dämiakären e do Império de Dämiakächër[editar | hide | editar código-fonte]

As notícias não são bem recebidas pela população de Kähninmërki, que imediatamente começam a protestar, o que leva a confrontos entre socialistas, republicanos e a Vanguarda, o que levam a luta armada nas ruas e mortes. A gangues dominam a cidade enquanto a polícia nada pode fazer para detê-los, basicamente dissolvida. Policiais não vão mais trabalhar para poderem proteger suas famílias dos saques e invasões às casas para roubos e estupros em massa. Os principais membros do abolido Parlamento Confederado Dämiakächërniano correram para o Hotel de Känzët para declarar um novo governo. No Hotel de Känzët, Mëlihän Höyakächër declarou publicamente a fundação do Governo de Defesa Nacional em 22 de atymi, imediatamente assumindo o controle de todos os assuntos em Dämiakächër, com a intenção de continuar a guerra contra o norte. Este governo consiste basicamente de liberais e centristas, já que ambos o Partido Social-Democrata de Dämiakächër e o Partido Nacional de Dämiakächër foram dissolvidos no sul. Porém, eles governam apenas no papel, pois já que sem a força da polícia, o governo pouco consegue fazer para controlar o caos e mandar ordens ao fronte.

Já no fronte, oficiais do Exército recebem ordens difusas. Alguns recebem ordens para baterem em retirada, outros são ordenados a abaixarem as armas enquanto alguns recebem comandos para lutarem e manterem a linha. Notícias de caos na capital, a dissolução do governo e ordens de um "novo governo" da Defesa Nacional acabam piorando a situação. Batalhões inteiros acabam se rendendo para o inimigo. Alguns batalhões recebem ordens de seus oficiais para atacarem os rebeldes, porém se recusam e rendem-se mesmo assim. Uma boa parte do exército, porém, acaba batendo em retirada do fronte em direção à Kähninmërki. Os rebeldes avançam rapidamente, tomando cidade após cidades quase sem nenhuma resistência, perseguindo as tropas em retirada do governo legalista. O governo da Defesa Nacional chamou quase todas as unidades militares de toda a Dämiakächër, incluindo fuzileiros navais, unidades navais e tropas em serviço estrangeiro para ajudar na defesa de Kähninmërki. antes que o exército do norte chegasse à cidade. O governo aumentou consideravelmente as fortificações já formidáveis ​​em torno de Kähninmërki e trouxe grandes quantidades de comida do campo, para alimentar a população inchada da cidade durante o cerco esperado. Com a chegada do General Kölischër Mätinänchër na capital, o Parlamento proclama-o como presidente, mantendo Mëlihän Höyakächër como Ministro do Interior e Ministro de Guerra. O parlamento então deixa Kähninmërki para Müshiden, temendo que o interior se rebelasse contra a capital. As tropas de Kölischër, cerca de 50 mil homens, controlam a cidade, embora que sob alta dor de cabeça e vários dias, finalmente pondo um fim nos saques e barbárie.

No interior, os produtores rurais e trabalhadores industriais, cansados das péssimas condições de trabalho e descontentes com os "ditadores" do norte e do sul, se opondo às suas "instituições autoritárias e similarmente compulsórias" se juntam ao redor de um homem: Kälhën Süpanachër. Süpanachër organiza seus seguidores no "Exército Negro", reivindicando lutar pela "liberdade de expressão, imprensa, reunião, sindicatos e afins". Os Süpanachëristas convocam um congresso, nos quais todos os partidos e grupos políticos - incluindo os totalistas nortistas - podem participar, na medida em que os membros desses partidos eram eleitos delegados dos conselhos de trabalhadores, camponeses ou milícias. Em contraste, na república do norte, nenhum não-socialista é autorizado a participar em quaisquer congressos nacionais e na maioria dos locais, cujas decisões também estão sujeitas ao veto do partido totalista.

Ainda para deixar tudo mais complexo ainda, a Vanguarda, liderada por Händasch Mölkadïn, declara um governo paralelo no sul, o Império de Dämiakächër. Imediatamente proclamam como regente do Império, o exaltando como "Lorde Protetor de Dämiakächër". A Vanguarda, espantosamente, consegue muitos adeptos no interior, conseguindo juntar números excelentes de milícias para seu exército.

Invasão da LPL[editar | hide | editar código-fonte]

Soldados Aubers estacionados na fronteira de Dämiakächër recebem a ordem do Estado Maior, no dia 30 de nikku: "Avante". 300 mil soldados atravessam a fronteira, marchando em direção a Müshiden e Yümaschër com ordens de entrar em confronto com qualquer força que os oponham. Donahue responde que, devido ao limbo político de Dämiakächër, não possui nenhum governo legítimo ou reconhecido possível para "declarar-se guerra contra" e portanto, Auberon irá "pessoalmente libertar Dämiakächër das correntes da opressão e autoritarismo".

Após a ordem do Estado Maior, os 300 mil homens Aubers começaram a marchar pelo entardecer. Por estarem a certo tempo mobilizados e pela pouca infraestrutura Dämiak, enfrentaram alguns problemas. Algumas peças de artilharia e carros se perderam pelo caminho, assim como suprimentos e armamento e/ou munição. Para completar, uma forte chuva na região atrapalhou o deslocamento, atrasando o exército e mexendo com o moral. Já em solo Damiak, dividiram-se em duas grandes frentes de libertação. A Frente Müshideniana alcançou a cidade no amanhecer do dia seguinte e o fronte Yümascher ao entardecer.

Batalha de Müshiden[editar | hide | editar código-fonte]

Em Mushiden, atacaram tão logo que assentaram seus acampamentos. Liderados pelos tanques e artilharias móveis, os cerca de 150 mil soldados aubers encontraram um exército desorganizado e algumas defesas abertas nos subúrbios, o que facilitou o avanço e o domínio. Em clara vantagem numérica, de 10 para 1, os poucos soldados legalistas encontrados foram facilmente abatidos ou alvejados. Pouco a pouco os batalhões Aubers foram avançando pelas desertas ruas da cidade, assumindo o controle total da cidade em cerca de uma semana. O maior enfrentamento ocorreu na Avenida Principal, durante o terceiro dia do cerco onde haviam soldados, artilharia e veículos dos Legalistas, prontos para o combate, o que supreendeu o exército auber, que nos primeiros dias, encontrou uma cidade vazia. Os soldados do XV Regimento de Infantaria Auber foram atacados, o que chamou a atenção das outras divisões, que se voltaram para a região e travaram uma sangrenta batalha. Estima-se que cerca de 75% das baixas deste fronte vieram desta batalha. Então, continuaram a avançar até o próximo vilarejo, de Limkänitër, a aproximadamente 25km de Mushiden. O exército auber teve poucas baixas, cerca de 9.300 soldados mortos e ou feridos, de maneira igual também foi para os legalistas, que perderam 4.152 homens.

Batalha de Yümascher[editar | hide | editar código-fonte]

Já em Yümascher, o exército, liderado pelo experiente General Seighín na Corragáin, agiu de modo diferente. Como chegaram ao entardecer, montaram acampamento resguardados por uma colina e ali foi repassada pela última vez a estratégia, juntamente com um mapa da cidade. A estratégia era simples, discrição total enquanto rodeavam a cidade e no momento certo, todos atacariam em conjunto, um plano que no papel, contra um exército desorganizado e pequeno, não teria como dar errado. Pacientemente, apenas durante a noite, os soldados foram avançando, tendo levado cerca de dois dias para tomar toda a cidade. Horas antes do amanhecer, foi iniciado o cerco a cidade, veículos pesados, como tanques e artilharias foram deixadas para entrarem pela entrada principal da cidade, enquanto os suburbios ficaram com veículos leves e tropas. Exatamente às 06:24 da manhã, do dia 03 de mezel de 6001, quando o último checkpoint foi alcançado, a ordem do general foi clara: "FOGO! VAMOS LIBERTAR ESTA CIDADE!". Ali então começou o plano perfeito do general, que foi executado com maestria. Todos soldados foram perfeitos na execução. Cada enfrentamento foi ganho, numa batalha onde os aubers estavam em 15 para 1. A situação dos confederados também não era das melhores, com soldados desertando ou se rendendo, além de pouquissimas defesas. Poucos foram os soldados confederados que lutaram até o fim, sendo superados pela avalanche Auber. Os confederados que se renderam ou foram pegos desertando foram levados como prisioneiros de guerra. Em poucas horas, mais de metade da cidade já estava controlada. Todas as divisões se encontraram na praça central, no dia seguinte, às 15:43.

Durante esta batalha, acredita-se que foram vitimados os nacionais de Elysia, Südelbar e Tokai. O exército Auber não confirma nem nega a morte, apenas diz que foram declarados MIA e que buscas estão sendo feitas na cidade. Embora tenha sido relativamente fácil a investida, os rebeldes lutaram firmemente contra os aubers, vitimando mais de 18 mil aubers e acabando com os rebeldes de Yümaschër, pois aqueles que não foram mortos, foram capturados.

O início do fim do Império de Dämiakächër[editar | hide | editar código-fonte]

O exército auber, após assegurar Müshiden e Yümaschër, avança o fronte ocidental em um movimento de pinça (ou martelo e bigorna) de forma a envelopar as tropas do Império de Dämiakächër pelos flancos e exterminar com os rebeldes. As fragatas aubers recebem bandeira verde para bombardear a Cidade 20 enquanto as forças aubers avançam sobre ela e o interior, em direção à Cidade 13.

A Primeira Batalha de Kähninmërki[editar | hide | editar código-fonte]

Kähninmërki, capital de Dämiakachër, é atacada ao mesmo tempo pela Vanguarda e pelos Confederados. A vanguarda ataca pelo sul, encontrando uma cidade extremamente fortificada, com trincheiras, barreiras, minas terrestres e aquáticas, no rio e uma série de artilharias, além de militares extremamente preparados e com táticas militares. O Exército Legalista aproveitou o controle da cidade para prepará-la para os ataques, que seriam focados ali.

A derrota final dos monarquistas[editar | hide | editar código-fonte]

A Vanguarda, quando chegou à cidade, no dia 01/04/6001, encontrou o cenário descrito acima, mas estavam confiantes, ainda empolgados com o discurso feito por Händasch Mölkadïn, que convocou a todos para aquele momento, para aquela batalha. Porém não esperavam uma cidade tão fechada e um exército tão bem treinado. A vanguarda avançou bastante no começo, sem desconfiar de que poderiam estar sendo emboscados. E foi o que aconteceu. Os legalistas deixaram caminho livre pela parte sul da capital, enquanto os cercavam e esperavam o momento certo para atacar. Ele aconteceu Às 18:42 do dia 01, quando foi lançado o ataque. Os tanques e artilharias legalistas não pouparam um homem sequer, funcionando como nunca, enquanto soldados combatiam aqueles que fugiam da mira dos canhões. Após o fim desta única batalha, pode-se ver os resultados aterrorizantes da batalha. Corpos e mais corpos ensanguentados pintavam as ruas de vermelho durante o nascer do sol. Aqueles que não morreram foram capturados pelos legalistas. A Vanguarda teve seu exército dizimado em cerca de 5 horas de batalha pelos legalistas, que tiveram poucas baixas, cerca de 5.000 homens e conseguiram avançar o fronte para a área rural da cidade.

Confederados X Legalistas pelo controle da Capital[editar | hide | editar código-fonte]

Ofensiva de Tōkai[editar | hide | editar código-fonte]

Após o Governo de Tokai ter solicitado 40 mil soldados do país para serem enviados a Dämiakächër, se iniciou com o apoio popular uma grande campanha de mobilização, onde 40.075 soldados tokaiis se apresentaram desde o dia 20/02 a 06/03 aos quarteis militares. E finalmente, no dia 07/03 de 6001, o contingente tokaii foi aos portos e bases continentais da marinha nacional, a cidade litorânea de Hanazawa recebeu vários soldados, além de outras cidades do litoral de Tokai. No dia 12/03, 40.040 soldados, 25 a menos do que se alistaram, já estavam no mar rumo a Südelbar, de onde iriam até Dämiakächër. Finalmente, dia 27/03, mais de 2 semanas no mar, os soldados tokaiis chegam ao litoral de Südelbar, cujo a UNdN havia de enviar um comunicado. Ao chegar, se deparam com o Representante do Comitê Militar e o Secretário-Geral da UNdN, Lucio Britzz, que os acompanham até a base fronteiriça da UNdN em Südelbar-Dämiakächër. Após alguns dias na estrada e olhares impressionados de südels pelo caminho, o contingente tokaii e a delegação da UNdN chegam dia 06/04, com paradas para o descanso no caminho, na Base Militar da UNdN Südelbar-Dämiakächër, cuja parte dämiak foi sitiada por confederados a alguns quilômetros dali.

Na base, o general tokaii solicita ao governo tokaii os 20 M-48 Patton do país, maior produtor do tanque padrão UNdN, que estão alocados ali, e recebe a permissão do governo.

Südelbar recebe o comunicado, mas se mantém neutro e, ao que tudo indica, deixou andar, não concordando ou descordando. O novo estado de Dämiakären recebeu o comunicado, e concordou com a ação.

Ofensiva Dämiakärënse[editar | hide | editar código-fonte]

O avanço inicial foi bem similar em ambos os frontes, a pouca resistência encontrada foi rendida sem necessidade de conflito, chegando a Cidade 20 os Aubers capturaram-na com facilidade, marcando ali de uma maneira um pouco patética o fim da Vanguarda, eles continuaram avançando neste fronte até começarem um sitio a Cidade 14, onde não encontraram muita resistência.

A Segunda Batalha de Kähninmërki[editar | hide | editar código-fonte]

Ao chegarem em marcha apressada a capital Dämiak os Aubers foram recebidas com um despejo intenso do fogo da artilharia, o tiro preciso destes mandou as forças Aubers que avançavam pelos ares, o ataque da artilharia foi ambos preciso e cruel, desorganizando qualquer avanço, os comandantes Aubers gritavam em seus rádios pela recuada e tentavam ao mesmo tempo articular um ataque aéreo, que pouco fez contra as posições altamente fortificadas dos Legalistas, um ultimo ataque foi tentado, mas os Aubers se viram destroçados pela defesa ferrenha,em pouco tempo eles se encontravam numa maquina mortífera e se viram forçados a recuar, os Legalistas se preparam para futuros ataques.

Acordo de Müshidën, o fim da Guerra no Sul e o surgimento de Dämiakären[editar | hide | editar código-fonte]