Prasdakar

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Pradaskaram (Reino de Prasdakar)'
Bandeira de Prasdakaram [[Ficheiro:|85px|center|]]
Bandeira de Prasdakaram
Lema: Um povo, uma nação!
Gentílico: Prasdak

Localização

Capital Bremaram
Cidade mais populosa Bremaram
Língua oficial Prasdak
Governo Monarquia Parlamentarista
 - Rei Bravam II Alied Brem
 - 1º Ministro Arvem Arvemed Déby
Área  
 - Total 488.897,5 km² km² 
População  
 - Censo 32,1 milhões hab. 
 - Densidade 65,4 hab./km² 
PIB (base PPC)
 - Total $ 8,993M.$ 
 - Per capita $ 280$ 
Moeda Denér (Dnr)

Prasdakar, oficialmente Prasdakaram (Reino de Prasdakar), é um país situado no litoral ao sul do continente de Irrula, fazendo fronteira com o Oceano Cerulean ao leste, e outros territórios na região. Com uma população de 32 milhões de habitantes vivendo num território de 488.897,5 km². Prasdakar é uma monarquia constitucional.

Etimologia[editar | hide all | hide | editar código-fonte]

Prasdakar, na língua prasdak, significa "povos dos rios", como este grupo passou a se designar ao chegar na região há, aproximadamente, 4000 anos.

História Antiga[editar | hide | editar código-fonte]

Em marrom as localidades onde se encontram os mais antigos vestígios da colonização prasdak na região, indicando uma migração do sul rumo ao norte.

Registros arqueológicos datam em pelo menos 4000 (meados dos anos 2000) atrás a chegada do povo prasdak a região que fica na fronteira entre o continente de Irrula, Astarte e Astoria. As densas florestas da região provavelmente eram despovoadas quando os prasdak chegaram à região.

É nestes tempos imemoráveis que eles se dividiram em tribos que, apesar de separadas e governadas por diferentes patriarcas e de diferentes maneiras, e líderes tribais, mantiveram intenso contato através do comércio e de guerras. A prática religiosa do período era animista, fato que influenciou a formação da religião nacional. Eram 18 Grandes Tribos, com 18 patriarcas, que governavam os prasdak. Durante períodos de conflitos contra outros povo era eleito um Aramt, um título semelhante ao de princeps inter pares, que só valia durante o período de guerras contra invasores.

As antigas crônicas de Astarte se referiam aos prasdak como bárbaros indomáveis e praticamente ininteligíveis. A dificuldade geográfica de acessar a região por terra ou por mar, no passado, os manteve numa espécie de bolha. Nos registros históricos do povo krasnayo, vizinhos ao norte, os prasdak eram descritos como um povo virginal e ignorante, fruto da vivência intensa com a natureza.

Os primeiros registros escritos aparecem no alfabeto usado ao sul, provavelmente introduzidos por missões religiosas antwanistas e também pelo alfabeto usado em Krasnaya. Tratavam de ensinar sobre os costumes religiosos animistas do povo prasdak e as linhas genealógicas dos chefes de tribos.

As cidades-estados[editar | hide | editar código-fonte]

As principais cidades-estados dos prasdak e as regiões dominadas pelos mesmos. Destaque para a região em vermelho, domínio da antiga Tealtaram, hoje Aliaram.

A partir do ano 3500 as primeiras cidades-estados começaram a tomar volume na região habitada pelos prasdak. Destas cidades apenas uma parmeneceu: Aliaram.

Essas cidades-estados eram governadas de diferentes maneiras. Em Crasdaier, próxima ao Grande Delta, havia efetivamente uma dinastia, enquanto em Aliaram, então Tealtaram, um conselho formado por patriarcas de 5 tribos governavam conjuntamente. Tealtaram conseguiu uma grande proeminência, estabelecendo de fato um domínio sobre toda a Península de Prasdakar e estabelecendo uma relação de clientelismo com diferentes tribos de arredor. Tealtaram também foi a responsável pela colonização do Arquipélago de Prasdakar.

As regiões de domínio das diferentes cidades-estados mudavam constantemente, exceto Tealtaram, favorecida pela localização num planalto, e outras surgiam.

Unificação Religiosa: O profeta Ali e o Inuquísmo[editar | hide | editar código-fonte]

No ano de 4653, em Tealtaram, um membro de uma das família de servos de uma das famílias nobres das 5 tribos que governavam na cidade-estado, não se sabe hoje ao certo qual, começou a pregar que Inuque, deus do Céu na religião animista dos prasdak, e com um grande templo na cidade, era o único deus, sendo os demais "emanações de seu poder, revelações de criaturas celestiais, e a forma torpe como os homens antigos conseguiram O compreender": Ali.

Ao contrário da maioria dos membros do clero, Ali não assinava seu sobrenome, nem familiar nem patronímico. Sua mensagem encontrou muita simpatia entre os nobres que governavam a cidade porque reforçava a posição do deus cultuado na cidade e portanto a posição de poder deles. Estava estabelecido o Inuquísmo. Ali logo reuniu discípulos, que o seguiam por onde ele ia, pela península e outras cidades estados que mantinham boas relações com Tealtaram. Durante 10 anos ele passou peregrinando pelos territórios habitados pelos prasdak.

A crença foi considerada herética pela maioria dos outro prasdak, uma heresia antwanista com motivos na religião politeísta nacional, mas Ali e seus discípulos mais proeminentes negavam essa relação. Foi formada uma coligação militar para subjugar Tealtaram e enquadrar o movimento religioso, e Ali foi nomeado pelos 5 líderes das famílias que governavam Tealtaram como Aramt, ainda que este título só pudesse ser usado quando todas os líderes tribais fossem eleitores.

Após 6 longos anos de guerra, Ali e suas forças venceram a coligação anti-Tealtaram, que aceitou sua posição como Aramt e sua religião como válida. Ali se casou com uma mulher da nobreza da tribo Bram, que era a frente de Tealtaram naquela época. Este casamento reforçou a posição de poder do profeta, que se manteve como Aramt e estabeleceu que seu primogênito deveria ser seu sucessor. Ele defendia que os prasdak deveriam ser governados por uma ordem semelhante a dos céus e do mundo, que eram governados por um único deus.

Território conquistado e dominado por Ali quando, de fato, rei em Tealtaram. Foi o primeiro "Estado" dos prasdak.

Ali pregava que a guerra defensiva era válida e que a nova fé devia ser difundida pela distribuição de esmolas em territórios recém anexados e que a veneração aos outros deuses não devia ser coibida, uma vez que eram também uma manifestação de Inuque.

Ali governou, de fato, por 36 anos após sua eleição como Aramt. Quando ele morreu, em 4699, ele havia pregado e agregado discípulos durante mais de 40 anos. Seu filho foi entronizado como Aramt no lugar de seu pai, e uma de suas primeiras medidas foi mudar o nome da cidade para Aliaram (reino de Ali), nome que possui até hoje.

Ali II Alied Bram e formação dos 5 Estados[editar | hide | editar código-fonte]

Ali II Alied Bram iniciou uma campanha militar expansionista apenas 1 ano após sua entronização e passado o período que ele determinou para o luto oficial pela passagem do pai e profeta unificador da nação. A guerra era a forma de legitimar sua coroação diante de líderes tribais ainda hostis a ideia de um líder sobre todos.

A união ofensiva dos prasdak surpreendeu povos vizinhos, que acabaram vendo muitos territórios sendo anexados ao reino recém fundado. O avanço, por regiões de florestas densas era lento, e Ali II aproveitava-se das distâncias para afastar qualquer liderança que oferecesse qualquer risco ao seu domínio.

O território da Pradaskaram de Ali II e os respectivos Estados que ele estabeleceu para que seus filhos governassem.

Após um reinado de 46 anos, ainda vivo, Ali II declarou encerradas as "Guerras de Fé" e proclamou que a terra conquistada durante este período sob a bandeira de Ali e do deus Inuque, e o nome de Reino de Tealta, era o "Reino de todos os Prasdak", Prasdakaram. Foi a primeira vez que se utilizou o nome que o país tem até hoje. Como tinha filhos com diferentes esposas das 5 grandes tribos que governavam em Tealtaram, Ali II repartiu Pradaskaram entre 5 deles, como forma de honrar a confiança e a fé das 5 famílias em seu pai.

Em Tealtaram a família Bram continuaria reinante, e sob as ilhas da região e o território conquistado na Península Prasdak. A família Brem recebeu uma cidade na foz do Rio Ikula, Ikuliati, e o domínio sob as tribos que viviam até a fronteira das montanhas. A família Daham recebeu os domínios na costa nordeste, a Grande Delta, onde outrora se estabeleceu um reino prasdak em torno da cidade Crasdaier e nos territórios recém conquistados mais ao norte. A família Bruham ficou com os território conquistados ao oeste da península e os Nrem com a região de florestas mais afastadas.

De fato, Aliaram, Bremaram (antiga Ikuliati) e Dahamaram eram efetivamente reinos, enquanto as terras dos Bruham e dos Nrem se tornaram federações tribais.

Os 3 Reinos[editar | hide | editar código-fonte]

Aliaram, Bremaram e Dahamaram se estabeleceram como reinos prósperos na região, disputando entre si o domínio dos prasdak e dos vizinhos próximos.

Por mais de 600 anos os três reinos viveram em relações tensas, com mudança constante de predomínio.

As bandeiras dos Três Reinos: Bremaram, Dahamaram e Aliaram. A atual bandeira pega as estrelas da antiga bandeira de Aliaram.

Período Colonial Ushktëp e Predomínio das Dinastia Brem[editar | hide | editar código-fonte]

Em 5450 chegou à ilha de Balam as primeiras embarcações exploratórias de um amplo projeto colonial das nações de Astarte. Um registro bïmesi do período relata o contato dessa civilização com os pradasks:

"...Vivem em um sistema de Estados, divididos por contínuas guerras. Sua religião, pelo que pudemos entender é o Antwanismo, ou uma variação desta fé. Fomos recebidos com aberta desconfiança, e surpreendidos por um sistema de poder capaz de impor regras a estrangeiros."

Até este período poucas embarcações conseguiam chegar a região, por causa das constantes tempestades e das correntes marítimas desfavoráveis. Novos barcos aumentaram o contato, e na região sul da ilha de Balam, na época uma posse da dinastia Brem, foi estabelecida em 5486 um entreposto comercial permanente entre este reino e o Império de Bïmesi.

Os prasdak ofereciam alimentos, tecidos e minérios, enquanto o Império de Bïmesi enviava novas armas e novas tecnologias. Em 5496 o Império de Bïmesi apresentou uma proposta ao rei Dramet I Alied Brem: A potência de Astarte ofereceria amplo apoio a esta casa real em troca da cessão de terras na região para o domínio direto do Império de Bïmesi. O rei em Bremaram receberia apoio militar e armas e um título de nobre do Império de Bïmesi. A proposta foi feita como ultimato, uma vez que os emissário de Bïmesi deixaram claro que podiam estabelecer o apoio a outra casa real dos prasdak.

Domínio da Dinastia Brem[editar | hide | editar código-fonte]

O Acordo de Bimearam, àquela altura já uma cidadela bïmesi, no norte da ilha de Balam, estabeleceu zonas de domínio direto do Império de Bïmesi, concessões de 100 anos que podiam ser renovadas por mais 100, e regiões de domínio indireto. A dinastia Brem se favoreceu tornando-se a família real de todos os prasdak, ainda que numa espécie de condição de "Reino Cliente". A conquista do território levou apenas 3 anos com o apoio das tropas vindas de Astarte e da superioridade tecnológica empregada, como o uso inédito de canhões.

Mapa histórico do domínio do Império de Bïmesi em Pradaskar e regiões circunvizinhas. De fato a Casa Real Brem era sócia dos bimesi.

Especialmente ao norte, em Dahamaram, houve uma resistência ferrenha, que levou a destruição da cidade e uma mudança no status da região em relação ao acordo original com a família Brem e o estabelecimento de um domínio imperial direto sobre a região, algo que gerou uma grande animosidade entre os aliados.

O período foi marcado por constante tensão entre ambos a partir de então, com deposição de reis Brem por familiares da Casa Real mais leais ao Império de Bïmesi. O legado dessa época ainda é polêmico, uma vez que partidário da causa republicana ou anti-Brem defendem que a época foi de grande humilhação e sujeição, enquanto a família ainda reinante defende que apesar dos maus momentos a relação modernizou o país, deu forma a ele e o colocou no mundo.

Independência e Guerra Civil[editar | hide | editar código-fonte]

Em 5887 chegou ao final o mais recente acordo entre a família Brem e a potência de Astarte, que pressionada pela política em seu próprio território e continente não pode forçar os prasdak a um novo tratado de dominação. O rei Mahady II Alied Brem denunciou o fim dos tratados e reclamou o domínio de direito e autonomia total. A princípio o Império de Bïmesi resistiu, ocupando os principais prédios da administração em Bremaram, Aliaram, Pracaier e todas as ilhas do arquipélago de Balam.

Imagem das forças do Império de Bimesï após uma escaramuça com forças leais aos Brem.


A partir de seu palácio, e efetivamente numa tática guerrilheira, Mahady II organizou uma resistência que misturava desobediência pacífica e confronto contra os bimesi. Após 6 anos de guerra contra os bimesi e vizinhos que estavam sob ocupação deste império, em 04/06/5893, a independência de Pradaskar foi reconhecida como Pradaskaram, Reino dos Pradask. A bandeira da Casa Real Brem, vermelha com o Sol de Inuque, foi adotada como bandeira nacional.

O Sol de Inuque é o símbolo principal do Inuquísmo. Era a bandeira utilizada por Ali e o exército de Tealtaram quando da primeira unificação prasdak.

Resistência do norte e Guerra Civil[editar | hide | editar código-fonte]

A região norte, na região do Grande Delta, não recebeu bem a proclamação da independência sob o domínio absoluto da Casa Real Brem, a quem viam como traidores da causa nacional.

Mahady III Alied Brem, rei em 07/5906, reprimiu com grande violência protestos que pediam uma divisão regional de poder para lidar com os problemas específicos de cada região. Em resposta, partidários da causa republicana em Pracaier e circunvizinhança ocupam edifícios da administração central e proclamam a República Prasdak, Prasdakdrerer, movimento que não tomou dimensão para fora das regiões urbanas, mas fez o rei aceitar, em 09/5906, a nomeação de um Alto Conselheiro para auxiliar no governo e também em nomear governantes nativos das regiões onde governariam. Em resposta aos protestos quanto a violência do Exército Real, ele criou a Guarda Real, responsável pelo poder policial.

A esta altura ideias de radicais de Krasnaya e do Império Bimesï já influenciavam os jovens inconformados com o governo autocrático. Em 16/11/5936 foi entronizado Bravam I Alied Brem, então com 36 anos, e partidários da adoção de uma Constituição organizaram uma grande marcha pacífica, com membros do clero inuquísta entre os organizadores, em Bremaram, Aliaram, Pracaier e todo centro urbano com mais de 10 mil habitantes.

Soldados do Exército Real patrulhando os arredores de um dos portões do Palácio Real em Bremaram após um bombardeio durante os conflitos de 5936.

Em seu pronunciamento de rádio o novo rei garantiu que instruiria seu Alto Conselheiro a formar um grupo de estudo para a formulação e adoção de uma Constituição, mas um mês após seu pronunciamento, em 20/12/5936, o Alto Conselheiro anunciou o fechamento das emissoras de rádio que apoiaram a marcha de constitucional e os principais líderes políticos do movimento foram presos e executados sumariamente. Também foi decretado um toque de recolher às 22h em todo território nacional, exceto na península e nas ilhas, onde o domínio dos Brem era mais forte. Foi o estopim para que unidades do Exército Real se rebelassem contra a família Brem.

Houve conflitos em todas as grandes cidades do país e os lealistas venceram na maior parte do país após três semanas de completa desordem. O Palácio Real em Bremaram chegou a ser bombardeado e os republicanos conseguiram tomar cidades no norte onde passaram a organizar um movimento de guerrilha. Era o início da Guerra Civil.

Mapa com o desenho dos territórios do país sob o domínio dos monarquistas e dos republicanos no auge do conflito em 5931, dez anos após a coroação de Bravam I Alied. Os pontos menores eram territórios onde os guerrilheiros republicanos agiam ainda que nunca tenham tido pleno controle destas regiões. Krasnaya e outros países apoiavam diferentes facções.

Efetivamente esse domínio variou várias vezes durante uma prolongada Guerra Civil que durou 27 anos, de fato, com momentos de maior conflito entre a porção dominada pelos republicanos e a porção controlada pelos monarquistas. Não foi tão violenta quanto a Guerra Civil em Krasnaya porque envolvia efetivos militares menores e a força mais poderosa, monarquista, não tinha força para esmagar os republicanos.

Era Moderna: Período Constitucional[editar | hide | editar código-fonte]

Entronização de Bravam II Alied Brem e o fim da Guerra Civil[editar | hide | editar código-fonte]

Em 03/5962 morreu Bravam I Alied e seu filho, Bravam II Alied Brem, foi entronizado um mês depois, em 04/5962. Ele nomeou o General Nendra Platamed Pri, seu tio materno, como comandante do Exército Real e Alto Conselheiro. Nendra organizou uma campanha que cortou o acesso dos republicanos com territórios estrangeiros e, de fato, colocou um cerco marítimo com a Marinha Real. Em 01/5963, Bravam II Alied ordenou a Nendra que negociasse a paz com os republicanos, oferecendo um Governo de Transição que prepararia uma Constituição e que seria presidida por Nendra e pelo líder pol[itico dos republicanos, Pradam Alied Grosnyky. Ele ainda ofereceu anistia total a todos os membros da causa republicana e garantiu que participariam da vida política do país no pós guerra.

Nendra levou a proposta desconfiado, em um encontro secreto na fronteira de Pradaskaram com XXXXX. Pradam aceitou as condições, ciente de que prologar o conflito só aumentaria o derramamento de sangue e as chances de vitória eram ínfimas. Ele apresentou a proposta de paz em Pracaier, no parlamento instituído pelo governo republicano, então capital provisória da República, em 12/06/5963 que foi no geral bem acolhida, à exceção dos totalitaristas, que anunciaram a criação do Exército Popular Republicano, como facção dissidente do Exército Republicano Nacional. O Exército Popular Republicano atua até hoje no norte e no noroeste do país.

Em 25/08/5963, Pradam e Nendra assinaram o Acordo de Paz que encerrou a Guerra Civil e reunificou o país.

O Governo de Transição Constituinte e primeiras eleições[editar | hide | editar código-fonte]

Pradam Alied em comício de defesa da aprovação da Constituição em Crasdaier em 5950.

Em 01/09/5963 Pradam Alied Grosnyky e Nendra Platamed Pri foram empossados como Presidentes do Governo Transitório Constituinte. Dentro da previsão do acordo de paz, cada um nomeou metade da equipe que iria preparar a Constituição e governar o pais. O prazo do acordo de paz era de 2 anos, com organização de novas eleições para empossar um novo governo até 12/5965.

Os líderes mais graduados do antigo Exército Republicano foram incorporados ao novo Exército Nacional ou a Guarda Nacional, enquanto os soldados e oficiais de menores patentes tiveram que ingressar em um período de treinamento e readequação.

Após longas discussões e muita tensão ficou acordado o seguinte:

  • O país permaneceria uma monarquia, com a Casa Real Brem a frente.
  • Bremaram como capital.
  • A bandeira do país seguiria o padrão da bandeira real, com uma modificação para representar o país todo com as 4 Estrelas de Aliaram, e o brasão passaria a ser o republicano, adaptado.
  • O Poder Executivo estaria sob a alçada do cargo de Primeiro-Ministro, eleito pela maioria dos votos da Assembleia Nacional, formada por 121 membros e eleita a cada 6 anos.
  • O rei poderia dissolver a Assembleia Nacional se requisitado pelo Primeiro-Ministro ou em caso de grave convulsão social, sempre organizando novas eleições em no máximo 3 meses.
  • Seria formada uma Suprema Corte, com 13 membros, 6 indicados pelo rei e 7 indicados pelo futuro primeiro-ministro, como cargo vitalício e as novas indicações seguiriam como no original: o rei indicando quando morresse ou renunciasse um dos seus juízes e o primeiro-ministro quando fosse um dos deste cargo.
  • Mudanças e emendas na Constituição só poderiam ser apresentadas e aprovadas por membros da Assembleia Nacional, e com 2/3 dos votos.
  • Divisão em províncias, com os governadores indicados pelo primeiro-ministro.
  • Municípios com menos de 100 mil habitantes seriam administrados por alguém eleito diretamente, enquanto municípios maiores por um nome indicado pelo governador da província.
  • O Exército Nacional e a Aeronáutica Nacional teriam o nome do comando apontado pelo primeiro-ministro e a Armada Nacional e a Guarda Nacional pelo rei.
  • O direito de expressão e a livre manifestação política ficam livres.
  • Membros das Forças Armadas podem participar da política.
  • As eleições seriam organizadas por um comitê formado por membros de todos os poderes.

A constituição com estes pontos centrais foi aprovada em plebiscito realizado em 05/07/5965 com 70%. Ficou acordado, fora do texto constitucional, que nas primeiras eleições apenas Padram e Nendra concorreriam, com outras agremiações se organizando junto com o partido de ambos nessa eleição.

Em 10/10/5965 ocorreu a eleição, e Padram e seu Partido Justiça e Liberdade venceram com 63% dos votos válidos, garantindo 76 cadeiras da Assembleia Nacional.

Governo Pradam Alied Groznyky[editar | hide | editar código-fonte]

Em 01/11/5965, Pradam Alied Groznyky foi empossado como Primeiro-Ministro. Ele nomeou Nendra como seu vice-primeiro-ministro, e dividiu o gabinete com o Partido Liberal, do general.

Pradam Alied Grosnyky, ex-líder revolucionário e primeiro Primeiro-Ministro de Pradaskaram.

Em seu primeiro mandato Pradam se apressou em reestruturar as Forças Armadas e reconstruir o país. Para alcançar este objetivo acenou na direção de países de diferentes ideologias.

Formado em Krasnaya e casado com uma mulher desse país, ele naturalmente pendeu a se aproximar do país revolucionário, o que causou profunda tensão interna e desconfiança dos liberais.

Os massivos investimentos em infraestrutura no norte do país destoavam do baixo investimento na península e no interior, o que causou um grande descontentamento em grande parte do país. Em 5969 grandes protestos em Aliaram e Bremaram quase se tornaram conflito armado após a Guarda Nacional os dispersar com força excessiva, ao que Pradam respondeu exigindo a demissão da cúpula da força de segurança, o que foi atendido pelo rei Bravam II. Ainda assim, o ritmo de reconstrução era lento.

A relação entre o rei e o primeiro-ministro era tensa, uma vez que o rei via nele um republicano fragilmente contido, mas Nendra defendia Pradam, a quem via como um artífice da paz.

Pradam em visita a escola em Aliaram, 5974.

Membros do seu partido no governo caíram após denúncias de corrupção, e o próprio Pradam foi investigado e absolvido durante o primeiro mandato. Com todas estas turbulências, Pradam ainda conseguiu vencer as eleições de 10/5971, mas perdeu a maioria absoluta, sendo obrigado a governar com o Partido Liberal, nomeando mais uma vez Nendra como seu vice, e tendo uma oposição ruidosa na Assembleia Nacional liderada por Mevam Sergeied Tremék e o Partido Social Democrata Trabalhista, uma dissidência do Partido Justiça e Liberdade.

O segundo governo foi marcado por uma maior instabilidade e por vários atentados políticos. Membros proeminentes dos três partidos no poder foram mortos em emboscadas, geralmente vinganças do período de guerra civil. Um atentado frustrado contra Mevam Segeied em Bremaram, nas imediações da Assembleia Nacional, foi o estopim para grandes protestos contra o governo de Pradam. Um dos homens mortos na tentativa de assassinato do líder da oposição era membro da guarda pessoal do Ministro do Interior, homem da confiança de Pradam.

Imahim Demehed renunciou minutos antes de ser preso, mas a situação de Pradam ficou insustentável. Pressionado pelo próprio partido, que temia perder as rédeas do país e ver a Assembleia Nacional dissolvida, Pradam anunciou a renúncia em favor de Sibila Bahamad Pretky, filha e viúva de líderes revolucionários e membra de uma facção mais moderada do PJL, em 01/03/5975.

Ele morreria, de enfarto, apenas dois meses após a renúncia. Sua morte causou uma explosão de comoção pelo país, principalmente no norte, e seu cortejo fúnebre parou Crasdaier por uma semana.

Seus dois antagonistas políticos, Mevam Sergeied Tremék e Nendra Platamed Pri, compareceram em respeito:

Cortejo fúnebre de Pradam comoveu um país que meses antes havia dado as costas a ele.

"Pradam foi um líder dedicado como poucos que já existiram em Adalar. Ele terminou seu governo de forma melancólica, perdendo o controle de gente próxima a si, vítima da guerra civil que ele ajudou a encerrar, mas ainda deixou muitos traumas, traumas profundos. A história o reabilitará como um dos pais dessa nação. " Mevam Sergeied Tremék

"Tenho orgulho de ter tido Pradam como adversário, depois como aliado e como amigo. Permaneci ao seu lado o quanto ele próprio pode suportar, atacado por todos os lados num governo muito difícil de fazer. Nendra Platamed Pri"

Governo Sibila Bahamad Pretky[editar | hide | editar código-fonte]

Sibila Bahamad Pretky iniciou seu governo tendo de lidar com três crises: O aumento do preço do PL para apoiar o novo governo, a saída de Mevam Sergeied do hospital, como herói antigovernamental, e a morte de Pradam Alied Grosnyky tão pouco tempo após renunciar, o que ergueu várias teorias da conspiração contra o governo.

Ascensão do PSDT: Governo Mevan Sergeied Treméky[editar | hide | editar código-fonte]

Governo Arvem Arvemed Déby[editar | hide | editar código-fonte]

Governo e Política[editar | hide | editar código-fonte]

Subdivisões[editar | hide | editar código-fonte]

Infraestrutura[editar | hide | editar código-fonte]