Principais Vertentes Ideológicas de Adalar

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CONTEÚDO: Conteúdos das ideologias

Uma ideologia política representa os ideais, princípios, doutrinas e símbolos de um movimento social, classe, instituição ou qualquer outro grupo grande que explicam como uma sociedade deve operar, e oferece uma forma pratica de interpretar a realidade. Para alguns críticos sociais, ideologias são instrumentos de dominação que obscurecem a realidade de seu valor real e servem para alterar a consciência humana de forma proscritiva em favor de si próprias.

O objetivo desta pagina é categorizar e explicar as principais correntes ideológicas em Adalar dando assim maior entendimento ao cenário geopolítico atual.

Ideologias de Direita[editar | hide all | hide | editar código-fonte]

Liberalismo de Mercado[editar | hide | editar código-fonte]

O Liberalismo de Mercado, também chamado de Liberalismo Econômico, é uma ideologia baseada na organização da economia em linhas individualistas, o que significa que o maior número possível de decisões econômicas são tomadas por indivíduos e não por instituições ou organizações coletivas. As teses do liberalismo econômico foram criadas com clara intenção de combater o mercantilismo, cujas práticas já não atendiam às novas necessidades do capitalismo, sendo seu pressuposto básico a emancipação da economia de qualquer dogma externo a ela mesma. Enquanto o liberalismo econômico favorece os mercados sem restrições por parte do governo, afirma também que o Estado tem um papel legítimo no fornecimento de bens públicos. Defende a livre concorrência, a lei da oferta e procura. Sem contar que foram os primeiros a trabalhar economia com ciências, física, biologia, matemática e filosóficas. O liberalismo econômico é criticado pelo fato de combater o papel regulador do Estado social, embora o próprio liberalismo defenda regulações em ativos financeiros de alto risco.

Liberalismo Social[editar | hide | editar código-fonte]

O Liberalismo Social, também chamado de Democratismo ou Liberalismo Moderno é um desenvolvimento do liberalismo que, tal como outras formas de liberalismo, vê a liberdade individual como um objetivo central. A diferença está no que se define por liberdade. Para o liberalismo clássico, liberdade é a inexistência de compulsão e coerção nas relações entre os indivíduos, já para o liberalismo social a falta de oportunidades de emprego, educação, saúde etc. podem ser tão prejudiciais para a liberdade como a compulsão e coerção. Os liberais sociais encontram-se entre os mais fortes defensores dos direitos humanos e das liberdades civis, embora combinando esta vertente com o apoio a uma economia em que o estado desempenha essencialmente um papel de regulador e de garantidor do acesso à todos (independentemente da sua capacidade econômica), aos serviços públicos que asseguram os direitos sociais considerados fundamentais. Todavia no liberalismo social, o estado não tem obrigatoriamente de ser o fornecedor do serviço público, tendo apenas de garantir que todos os cidadãos têm acesso a serviços públicos, independentemente da sua capacidade econômica..

Conservadorismo[editar | hide | editar código-fonte]

O Conservadorismo, também chamado de Republicanismo, é uma filosofia política e social que defende a manutenção das instituições sociais tradicionais no contexto da cultura e da civilização. Por algumas definições, os conservadores procuraram várias vezes preservar as instituições, incluindo a religião, a monarquia, o governo parlamentar, os direitos de propriedade e a hierarquia social, enfatizando a estabilidade e a continuidade, enquanto os elementos mais extremos chamados reacionários se opõem ao modernismo e buscam um retorno à "maneira como as coisas eram". Não há um único conjunto de políticas que sejam universalmente consideradas como conservadoras, porque o significado de conservadorismo depende do que é considerado tradicional em um determinado lugar e tempo. Assim, conservadores de diferentes partes do mundo - cada um mantendo suas respectivas tradições - podem discordar em uma ampla gama de questões. Os conservadores consideram que o coletivismo e as promessas de liberdade irrestrita conduzem ao estatismo e ao totalitarismo. Para eles, a dissolução da sociedade realmente existente e das suas instituições tradicionais intermédias gera um vazio que abre caminho ao crescimento da máquina estatal; assim, os conservadores fazem a apologia desses corpos intermédios (família, Igreja, comunidade local, etc.), em oposição tanto ao individualismo como ao estatismo e ao coletivismo.

Tradicionalismo[editar | hide | editar código-fonte]

O Tradicionalismo é um sistema filosófico ou político que coloca a tradição como critério e regra de decisão, entendendo-a como o conjunto de hábitos e tendências que procuram manter uma sociedade no equilíbrio das forças que lhe deram origem. Segundo os tradicionalistas, as sociedades não resultam de um ato de exclusiva vontade pessoal ou de uma imposição deliberada de um grupo. Consideram que a sociedade é uma criação e não uma construção ou um mecanismo. Sendo uma criação, a sua existência é condicionada por leis naturais. Mas ter atenção que atitude tradicionalista distingue-se da mentalidade conservadora, alicerçada no conservadorismo, que apenas vê o tradicionalismo como apego às tradições sem que estas tenham a possibilidade de evolução, por este último não ser hostil às inovações políticas, sociais, individuais ou grupais. Enquanto o espírito conservador tem uma atitude que se caracteriza pela deliberação em manter a ordem social, política ou econômica existente, o espírito tradicionalista é aberto à mudança e até pugna frequentemente pela mudança. Salienta-se que a tradição não é contrária ao progresso, porém, deve realizar-se sem romper com os antecedentes morais que são o fundamento de uma dada sociedade. O tradicionalismo reage normalmente de forma negativa às revoluções, em especial aquelas que pretendem fazer tábua rasa do passado e do fundamento moral que constituiu uma dada sociedade. Opta antes pela contra-revolução. Para o tradicionalista, deve ser a História, e não as nossas predileções doutrinárias, o melhor guia na determinação dos regimes políticos. Se uma dada instituição, como a Instituição Real por exemplo, foi derrubada, é decerto contraproducente tentar voltar e reerguê-la tal como existia, mas deverá ser observado se a função que essa instituição desempenhava encontrou um substituto capaz.

Democracia Autoritária[editar | hide | editar código-fonte]

A Democracia Autoritária, também conhecida como Democracia Totalitária ou Anarco-Monarquismo, combina um forte poder executivo com um parlamento representativo e um sistema político parcialmente democrático. Regimes democráticos autoritários muitas vezes assumem uma postura conservadora sobre questões sociais e promovem economias capitalistas liberais com intervenção estatal limitada. O objetivo desses regimes é manter a estabilidade nacional e fornecer ao povo um governo popular e responsável. A transformação de um estado no qual valores tradicionais e artigos de fé moldam o papel do governo em um em que a utilidade social tem precedência absoluta. A filosofia da democracia totalitária baseia-se numa visão de cima para baixo da sociedade, que vê uma verdade política absoluta e perfeita à qual todos os homens de bem são levados. Argumenta-se que não apenas está além do indivíduo chegar a essa verdade independentemente, mas também é seu dever e responsabilidade ajudar seus compatriotas a realizá-la. Além disso, quaisquer atividades públicas ou privadas que não encaminham essa meta não têm propósito útil, consomem tempo e energia daqueles que o fazem e devem ser eliminadas.

Assim, os esforços econômicos e sociais, que tendem a fortalecer o coletivo, são vistos como valiosos, enquanto os que tendem a fortalecer o indivíduo, são vistas como contraproducentes. Aceitam a "soberania territorial exclusiva" como seu direito. Ele retem todo o poder de expropriação e poder total de imposição, ou seja, o direito de controle sobre tudo e todos. A manutenção de tal poder, na ausência de apoio total dos cidadãos, requer a repressão forçada de qualquer elemento dissidente, exceto o que o governo propositadamente permite ou organiza. Um Estado democrático totalitário maximiza seu controle sobre as vidas de seus cidadãos usando a lógica dual da vontade geral (ou seja, "bem público") e do governo da maioria. Pode-se argumentar que, em algumas circunstâncias, é na verdade a elite política, econômica e militar que interpreta a vontade geral para atender aos seus próprios interesses. Novamente, no entanto, é o imperativo de alcançar o objetivo abrangente de um nirvana político que molda a visão do processo, e espera-se que o cidadão contribua com o melhor de suas habilidades; o general não é solicitado a guiar o arado, nem o fazendeiro é solicitado a liderar as tropas.

Paternalismo Autocrático[editar | hide | editar código-fonte]

O Paternalismo Autocrático não é uma ideologia política no sentido normal da palavra, mas sim um termo geral para a atitude que esses governos tem para com seus cidadãos. As pessoas são todas súditas do líder, seja um rei ou um ditador, e é tarefa e dever do líder conduzir o estado e a sociedade em direção ao caminho justo e melhor enquanto une o povo sob sua proteção benevolente. Esses países geralmente têm um governo muito autoritário, visões sociais conservadoras e uma economia controlada pelo estado.

Nacional Populismo[editar | hide | editar código-fonte]

O Nacional Populismo é uma ideologia política associada ao nacionalismo autoritário envolvendo uma rejeição da democracia liberal, do sindicalismo e do secularismo em favor de um estado tradicionalista, militarista e de partido único dominado por um único líder. O populismo nacional rejeita muitas ideologias tradicionais e é visto por muitos como reacionário em relação ao liberalismo e ao sindicalismo. A maioria dos movimentos defende o retorno de um monarca absolutista, um ditador ou mesmo um líder religioso para guiar a nação e seu povo na remoção das influências negativas percebidas. A política econômica varia entre os partidos, alguns defendendo uma economia de laissez-faire, outros para uma economia mista e outros para um sistema corporativista.

Os nacionais populistas geralmente defendem a unificação racial, cultural e religiosa de seu povo sob um único estado. Isso levou as partes a advogarem plebiscitos ou a guerrearem com estados rivais a devolver território onde residem pessoas de um estado comum. Além disso, muitos também defendem a assimilação, a remoção ou o extermínio das minorias dentro de seus "territórios culturais", considerando-as como elos fracos em sua nação ou como traidores, pelo menos parcialmente responsáveis ​​pela fraqueza de sua nação.

Ideologias de Esquerda[editar | hide | editar código-fonte]

Sindicalismo e suas vertentes[editar | hide | editar código-fonte]

O Sindicalismo, formalmente conhecido como Sindicalismo revolucionário é um aglomerado inter-relacionado de diversas vertentes de esquerda com o objetivo acarretar uma transição econômica e social, é a principal vertente pratica do Trabalhismo. Ela defende, de maneira ética, que todos os participantes de um negócio organizado compartilhem internamente a propriedade igual de sua produção. A indústria em um sistema sindicalista é administrada através de confederações cooperativas e ajuda mútua.

Os sindicatos desempenham um papel vital no sindicalismo e administram a sociedade após a queda do capitalismo. Para os adeptos, os sindicatos são os meios para alcançar representação política e administrar a sociedade de forma justa no interesse da maioria, através da democracia sindical. A ênfase na organização industrial em oposição à ação política separa o sindicalismo de muitas outras organizações igualitárias e pode ser considerada sua característica mais distinta. O sindicalismo, no entanto, não rejeita totalmente a ação política e a organização política é praticamente uma necessidade nos países onde o sindicalismo é forte.

Alternativas Radicais Não-Sindicalistas[editar | hide | editar código-fonte]