Saiman

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República de Saiman
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National-Seal-Saiman.png
Lema: "Estudo e Pluriculturalismo, Progresso!"
Hino nacional: "Marcha do progresso
"Hyangda Gwaleul"
Gentílico: Saimanês

Localização de Saiman

Capital Saiman
Língua oficial Sanchoku
Governo República Diretorial
 - Diretório Central de Saiman O diretório é composto por 7 membros.
Área  
 - Total 4 936.75 km² 
População  
 - Censo 14 437 930 hab. 
 - Densidade 2 924.58 hab./km² 
PIB (base PPC)
 - Total $ 39.6 bilhões 
 - Per capita $ 2 701 
Moeda Kon
Cód. ISO SAI
Cód. telef. +85

Saiman, oficialmente República de Saiman é um país do planeta Adalar localizado no continente de Eucadia, no subcontinente de Zaphira. É uma república de pequeno porte separada em duas porções pela Bahia de Saiman.o país possui cerca 4936 km², e possuindo mais de 14.4 milhões de pessoas, resultando no país com a maior densidade populacional de Adalar. O País etnicamente é extremamente misto, sendo a maior população os Sanchokus, depois os Selagawitas e depois os Tokianos e depois os outros países que tiveram Saiman como colônia. Saiman faz fronteira com Sanchokus. O clima de Saiman é exclusivamente Mediterrânico.

Etimologia[editar | hide all | hide | editar código-fonte]

Saiman vem da antiga pronúncia Sanchoku para "costa das flores" ou "costa florida". Os linguistas Saimaneses estão se esforçando para ter certeza da etimologia da palavra, ou seja, existe debate ainda sobre a origem do termo, mas o consenso é que Saiman é uma redução de Sayuki-Yeogman ou Saiyukeon-Yeogman, que significaria Costa [Yeogman] das Flores [Saiyuki] ou Costa [Yeogman] Florida [Saiyukeon] assim reduzindo para Sai-Man. O maior debate se deve a saber se a antiga pronúncia era Sayuki ou Sayukeon, já que os nomes mais antigos eram na escrita Sanchokus antiga, e os registros de Sanchokus Antigo tentaram ser apagados decorrente da troca do Sanchokus Antigo para o alfabeto Selagawita. Então há quem diga que a pronúncia original seria Sayukeon-Yeogman, devido aos registros no alfabeto Selagawita, enquanto estudos mais recentes estão cada vez mais apontando fazendo uma reconstrução de textos antigos que a pronúncia original era Sayuki-Yeogman.

Ocupação Sawalukan[editar | hide | editar código-fonte]

Esse é o período de Saiman ocupada pelo império Sawalukan. Esse período vai durar até o século 42.

Período cidade-estado[editar | hide | editar código-fonte]

Saiman já foi uma cidade estado independente. A região na verdade se dividia em várias cidades estados, e muitas vezes elas cresciam e diminuíam, muitas vezes se separando em várias cidades estados quando uma ficava grande demais. Saiman nesse período assim como várias outras cidades, teve seu período de expansão, de ser conquistada, e de se insurgir contra outra cidade estado. Esse período durou do século 43 ao século 48

Período Nisedong[editar | hide | editar código-fonte]

No processo de unificação da região sob a dinastia Nisedong no século 48 Saiman foi conquistada e virou uma das províncias centrais do Reino Sanchoku. Saiman ficou e as outras províncias do reino já possuíam a mesma língua e identidade cultural, sob o Reino de Nisedong houve uma tentativa de criar uma ideia de união maior, até em contexto de impossibilitar que uma das províncias se aliasse a um dos diversos Reinos que ameaçavam a região.

Ocupação Selagawi[editar | hide | editar código-fonte]

Saiman, juntamente da totalidade da região de Saesong foi ocupado e controlado pelo império Selagawita, Entretanto esta não foi realmente tão pesada e custosa assim para os Sanchokus, até pela a importância de Saesong na defesa de invasões Tokianas. Mas ela impactou Saiman, e Saesong como um todo de diversas formas. Uma dessas formas foi a forçada transição do antigo alfabeto sanchoku para o Selagawita.

Crise Selagawita[editar | hide | editar código-fonte]

Com A Grande Crise Selagawita nos anos ~5950 [Vou fazer uma página da wiki, a crise seria uma crise bancária pesada misturado com uma crise ao estilo do ópio chinesa em virtude de alpyste] o império tentou remediar a crise de diversas formas. Uma das formas para readquirir dinheiro e poder de atuação foi a venda de Saiman (e outras cidades) como concessão. Saiman foi vendido para uma coligação de Syndimättäne, Tokai, Auberon, [alguém me ajuda no 4º ;-;].

Governo Colonial[editar | hide | editar código-fonte]

Assim dado a venda de Saiman para as quatro potências, uma cidade portuária importante para o escoamento de comércio e especiarias, em ~5950-5960 [essas datas todas com "~" eu tenho que eventualmente colocar valores exatos] foi-se organizado um concelho colonial para que pudessem governar em conjunto a cidade de Saiman.

O Conselho Colonial, era divido em um número de cadeiras iguais para todos os colonos, para assim poder representar seus interesses. O conselho também tinha certa autonomia perante os países colonizadores, visto que tal autonomia se fazia necessária para que pudesse haver a resolução adequada de conflitos de interesses entre possíveis impasses que pudessem acontecer.

Nesse contexto foram criadas duas instituições de crucial importância: a Autoridade Portuária de Saiman e a Universidade de Saiman.

A faculdade, que começa a crescer no centro da porção sul saimanesa, tem função de receber e educar a elite. Entretanto ela cresce em influência inesperadamente e incrivelmente rápido, já que ela conseguia construir moradias e tomar posse de várias terras e construções devido a grandes doações que acabava recebendo. Paralelamente ao crescimento da influência da faculdade a Autoridade Portuária construía infraestrutura, incluindo autorização da construção de múltiplas ferrovias, que também permitiam a possessão de terra.

O crescimento do poder e influência de ambas instituições leva a uma competição vigorosa muito rápido. Nesse processo, de recebimento de doações de terras por parte da faculdade e cobrança de taxas e expansões de infraestrutura por parte da Autoridade portuária elas logo percebendo essa disputa de influência entre uma e outra começam uma corrida para expandirem sua influência mais rápido ainda. Nesse contexto o interior das concessões de Saiman foram cada vez mais e mais sendo tomadas pela Autoridade Portuária e pela Faculdade de Saiman. Eventualmente esse processo resultaria na vasta maioria das concessões se tornando posse de um ou de outro.

Percebendo que não havia mais para aonde se expandir adequadamente dentro de Saiman eles começam a tentar desestabilizar o governo local de Selagawi na região sanchoku com o objetivo de pegar terras fora das concessões. Clamando mais e mais terras como deles e se expandindo muito além do que elas jamais poderiam ter se expandido o Conselho Colonial decide tentar tomar medidas para que as duas instituições não causassem atritos internacionais desnecessários.

Se deparando a esse confronto por parte do Conselho Colonial a Faculdade de Saiman e a Autoridade Portuária decidem deixar de lado sua competição e cooperar em benefício de ambas. Foi-se decidido que a infraestrutura ficariam sobre controle da Autoridade Portuária e a Faculdade administraria as terras (em virtude do maior prestígio a faculdade se saiu melhor nesse acordo). Agora, após o acordo, elas poderiam atuar juntas para cada vez mais terem mais e mais influência. Nesse processo muitos membros do conselho que estavam tentando limitar a autonomia das duas acabaram aparecendo mortos de uma forma ou de outra, e os que não morreram começaram a, inesperadamente, ficar mais favoráveis a autonomia de ambas.

Com o tempo os poderes coloniais, através do Conselho Colonial, que já tinham muitos de suas populações em Saiman passaram uma medida para uma pequena parte do conselho poder ser escolhida pelas altas classes, capitalistas, de Saiman. E esse processo acabou por aumentar ainda mais a influência da faculdade, já que esta tinha muita influência sobre essas pessoas.

E eventualmente o conselho votou na medida que iria seria talvez o ponto crucial na independência atual Saimanesa. Caso Saiman um dia se tornasse fiscalmente desfavorável na visão dos colonos eles poderiam passar a parte do conselho que possuíam para os locais saimaneses. A medida, em resumo, era para que, caso visto como necessário seria possível os países se livrarem de suas responsabilidades perante a colônia.

Porém ninguém esperava a Grande Guerra de Astarte. O controle de Syndimättäne e de [por favor, me arranje algum país que explodiu ou teve revolução] cessaram quando ambos deixaram de existir. E em virtude da medida anteriormente passada ao invés dessas cadeiras deixarem de existir, ou serem transferidas para Tokai e Auberon elas foram transferidas diretamente para os saimaneses locais. E por, agora, controlar mais da metade do Conselho Colonial, Saiman ganha efetivo controle sobre o Conselho Colonial.

Com a situação dessa forma Tokai e Auberon por meio de negociações e perceber que Saiman já não teria nenhuma governabilidade decidem se retirar da região. Deixando assim a Faculdade de Saiman efetivamente se apossar do Conselo Colonial enquanto promete à Autoridade Portuária que seus interesses serão garantidos.

Primeira República Saimanesa[editar | hide | editar código-fonte]

Com, agora, todo o Conselho Colonial a comando dos locais, sejam estes astartes que se mudaram para Saiman ou pessoas que já moravam lá antes da concessão, é tratado como o fim do período de Saiman como colônia O Conselho Colonial assim se torna o Conselho Legislativo Saimanês. Porém, apesar de ser o fim de Saiman como colônia as instituições coloniais permanecem. Essa república foi marcada pelo paternalismo por parte do governo, e também se demonstrou um tanto oligárquica. E esse governo é, principalmente, caracterizado pelo o estado como uma organização interesseira. Isso se dá ao fato de ambas instituições que agora basicamente controlavam o estado não terem se dado conta ainda que não adiantava só se preocupar com coisas que lhes importava de imediato, ou seja, a expansão de suas instituições.

Esse período também foi marcado por um enorme influxo populacional regional decorrente da crise no império Selagawita.

O grande influxo populacional deu a Saiman um grande corpo de trabalhadores desempregados que serviram para possibilitar salários menores. Preços extremamente baratos de commodities vindas do Império Selagawita (em decorrência da crise). Juntamente do capital que veio junto aos colonos e outros burgueses que viam em Zaphira uma região de altíssimo retorno financeiro em virtude de seu enorme mecardo. Todos esses fatores foram cruciais para entender o crescimento econômico sem precedentes no mundo todo.

Com o fim do governo colonial uma realidade que cada vez mais batia na porta de Saiman, ainda mais com o crescimento econômico tão grande, era a possibilidade de uma invasão selagawita. Portanto uma prioridade desse período foi o de estabelecer um exército nacional bem equipado para uma eventual guerra.

Guerras Separatistas[editar | hide | editar código-fonte]

O Império que aparentemente estava se recuperando da crise explodiu em guerras separatistas.

E Saesong que estava sentindo muito fortemente os impactos da crise viu a situação como uma oportunidade de se tornar novamente independente e unificado.

Saiman a princípio não iria participar dessa guerra, afinal, já estava em uma posição extremamente favorável. Mas uma coisa que preocupava Saiman era a possibilidade de atritos com Saesong, visto que Saiman havia se expandido além de onde seria permitido pelo tratado, pegando uma grande quantidade de regiões costeiras.

Conforme o decorrer da guerra que parecia a princípio estar indo bem para Saesong, começou a desandar. O império cada vez mais avançava em território Saesong e cada vez se aproximava mais e mais de Saiman. Assim sendo, depois de pedidos de Saesong, para Saiman, que era de conhecimento geral que possuía um exército capacitado, aceitou se juntar a guerra, temerário que Selagawi usaria o exército de invasão a Saesong para atacar Saiman.

Saiman ao entrar na guerra se juntou as tropas de Saesong para segurar o avanço Selagawita. E surpreendendo todos, com seus carros de combate e tanques, Saiman fazendo uso das vastas planícies da região juntamente ao inovador uso de aviões para auxiliar as tropas terrestres conseguiu avançar em território inimigo tão rápido que por muitas vezes a cadeia de comando se bagunçava toda por não saber a localização de suas próprias tropas adequadamente. Os inimigos também constantemente eram pegos de surpresa se deparando com Saimaneses aonde não deveriam existir nenhum Saimanês. Nesse processo a guerra acabou não muito tempo após a entrada de Saiman na guerra. Assim arrecadando muito prestígio e podendo fazer bastante exigências no tratado de paz.

Assim Saiman saiu no pós guerra com extremo prestígio e numa posição muito favorável.

Segunda República Saimanesa[editar | hide | editar código-fonte]

Com o sucesso da guerra separatista e Saiman inserido no cenário mundial de uma forma muito mais definitiva o Parlamento Saimanês se voltou para uma questão importante: a nescessidade de repensar o sistema político de Saiman. Algo que foi observado durante a primeira república é que a despeito do crescimento econômico saimanês a população se via cada vez mais descontente, fato que foi mitigado pelas vitórias e prestígio obtido da guerra. Porém o Parlamento sabia que esses eram sentimentos que não iriam durar indefinidamente. Assim sendo foi iniciado um esforço muito grande por parte do estado para analisar e concertar os problemas do governo da primeira república. Não só isso, essa era uma oportunidade de se refazer as leis e burocracias coloniais, muitas das quais já não faziam mais sentido, visto que Saiman não já era uma colônia.

Assim em um esforço também para aumentar a democracia em Saiman o governo faz uma total reforma e revisão das leis e fabricação de uma nova constituíção se preocupando em criar um sistema que vai levar a um modelo estreitista, assim obrigando o governo a não somente se importar na eficiência dele mesmo como também na manutenção de uma boa qualidade de vida da população, para que estes deixem o governo trabalhar em paz. Nesse contexto também é criado um partido formado pela a Autoridade Portuária e a Faculdade de Saiman. E em função do estado efetivamente ser controlado por Acadêmicos e pessoas muito capacitadas na area de Infraestrutura irá levar a manter o poder do estado através de uma cuidadosa arquitetura social e melhoras na qualidade de vida da população. Esse sistema permitiu Saiman investir muito em transporte, infraestruturas civís, ferrovias, moradias públicas em massa e outros planejamentos urbanos. Saiman também começou a fazer grandes projetos de engenharia como, até mesmo, uma propaganda deste governo controlado pelo partido da Autoridade Portuária e da Faculdade de Saiman.

Composição Étnica[editar | hide | editar código-fonte]

Sanchokus, Aubers, Mattas, Tokianos, Selagawitas

Religiões[editar | hide | editar código-fonte]

Dyeong = Animismo

Descentralizado. Tem mais de 300000 de divindades. Cada coisa tem sua divindade.

Idiomas[editar | hide | editar código-fonte]

História dos idiomas da região

Sanchoku + Dialetos locais > Conquista selagawita edição da língua para "caber" dentro do selagawita > Saesong mantém algumas das edições de Selagawi e retorna com outras. Saiman refaz o Sanchoku para algo que faça mais sentido e similar ao Hangul

Sanchoku Refeito --> Novo nome

Governo e Política[editar | hide | editar código-fonte]

Saiman é uma República Unitária Parlamentarista Diretorial de Partido Dominante. De acordo com a Constituição de Saiman, todo Poder é derivado do Conselho Legislativo de Saiman, que deriva seu poder do povo por meio das eleições gerais feitas a cada 5 anos, que aprova os 100 membros do conselho legislativo (MCLs) que elegem o Diretório Central, este é composto por 7 membros que servem em conjunto como Chefe de Estado e Governo do País. O Sistema politico é dominado pelo partido politico Ação Social Popular Saimanesa (ASPS), que domina a Politica de Saiman desde a independência, ganhando toda eleição com amplas maiorias no conselho legislativo. Atualmente, o Partido da Oposição mais efetivo é o Partido Republicano Saimanês.

Diretório Central de Saiman:

Cadeira 1- Hatz Phonsekai

Cadeira 2-

Cadeira 3- Gisabu Yeon

Cadeira 4 - Ryurhu Cynus

Cadeira 5-

Cadeira 6- Kabuto Hiiragi (aposentado)

Cadeira 7-

Partidos políticos[editar | hide | editar código-fonte]

Ação Social Popular Saimanesa[editar | hide | editar código-fonte]

O partido tem uma longa história no país e provavelmente é o partido mais antigo atualmente. O partido existe desde o período colonial, tendo surgido para se organizar em meio aos parlamentários tokianos e aubers e poder garantir os interesses de Saiman. O partido também foi responsável pela reestruturação política de Saiman para uma república independente e por fazer um grande processo de reavaliação das leis já existentes para evitar problemas que leis feitas pelo antigo conselho colonial pudessem gerar.

O partido se mantém no poder desde o começo da segunda república, ganhando as eleições sempre com uma larga margem de votos.

A Ação Social Popular Saimanesa (ASPS) acredita no "Estreitismo", uma ideologia sincretista que atua de forma Social-Liberal com Realpolitik (Política Realista), também contendo alguns valores progressistas em virtude da influência da Faculdade de Saiman dentro do partido. O partido acredita na ação conjunta do povo saimanês para o progresso e o desenvolvimento da Sociedade Saimanesa. Assim tendo como princípios: desenvolvimentismo, patriotismo saimanês, progressivismo social, Real Politik.

"as quatro paredes que suportam Saiman" - Presidente do ASPS, 5989 Essas posições do partido podem ser interpretadas como as posições de Saiman, já que em toda a existência de Saiman como um estado independente o país foi governado pelo ASPS, em alta popularidade, assim tornando as políticas do partido as políticas do estado.

Partido Repúblicano[editar | hide | editar código-fonte]

A oposição ao ASPS é bem reduzida, com somente um partido realmente tendo capacidade de eleger parlamentares, o Partido Repúblicano.

O Partido Republicano tem uma ideologia Liberal Clássica, acreditando em uma democracia liberal, liberdade de expressão, liberdade de mercado.

Outros[editar | hide | editar código-fonte]

Quase toda a população vota no ASPS, os que não votam em geral são extremistas que acabam votando em candidatos independentes e partidos tão pequenos que nunca conseguiram eleger um parlamentar.

Hipsters e alguns donos de Sweatshops também se encontram aqui.

Forças Armadas[editar | hide | editar código-fonte]

Auxílio Ferroviário à nações estrangeiras[editar | hide | editar código-fonte]

Existem dois acordos ferroviários atualmente a cargo de filais da Autoridade Portuária de Saiman, sendo estes:

Münoe: Tratado Intercontinental Münoe-Saimanês de Infraestrutura Ferroviária - TIMSIF

Selagawi: Tratado de Construção de Estrada de Ferro Saiman-Selagawi - TCEFFS

Desde 10/09/6009 como parte do TCEFFS foi criado como parte do acordo a organização paramilitar que ficará responsável de fazer o policiamento ferroviário das subsidiarias da Autoridade Portuária de Saiman.

Meio ambiente[editar | hide | editar código-fonte]

Infraestrutura[editar | hide | editar código-fonte]

Educação[editar | hide | editar código-fonte]

Crianças Saimanesas tem aula regulares* de segunda a sexta com 8h de aula; 3h no sábado. Refeições são gratuitas. Sábado é permitido ficar durante 1h e 30min após as aulas no colégio para o almoço e para fins recreativos. A disposição das aulas no plano de horário são por parte da unidade. -Matemática -História/Geografia política -Estudos Sociais -Física/Biologia -Literatura/Lógica argumentativa -Línguas -Artes -Atividade esportiva/Desenvolvimento motor Saiman tem o ensino básico obrigatoriamente Integral.

Ciência e Tecnologia[editar | hide | editar código-fonte]

Monumento para a Eletricidade de Saiman[editar | hide | editar código-fonte]

Saiman hoje possui um enorme edifício em formato de gerador. O prédio hoje é, tecnicamente chamado, de CITECIN é um acrônimo para Museu de Ciência, Tecnologia e história Industrial-Elétrica de Saiman serve de museu. O museu aborda vários aspectos da ciência e do avanço científico, tratando de vários temas também como o avanço industrial e elétrico. Com sessões destinadas ao processo epistemológico da ciência. Em 6010 houve a adição de um setor para a história do DEAS e da exploração espacial.

Progama Espacial Saimanês: DEAS[editar | hide | editar código-fonte]

DEAS: O Departamento de Exploração Aeroespacial de Saiman é uma agência do Governo de Saiman responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial. Sua missão oficial é "fomentar o futuro na pesquisa, descoberta e exploração espacial".

A DEAS foi criada em 22 do 4 de 1961 paralelamente ao programa de desenvolvimento, pesquisa e infraestruturação do "Novo Milênio"

No dia 27 do 10 de 6009 a agência conseguiu colocar em órbita seu primeiro satélite o COPREX, que possui funções comunicativas e irá fazer coleta de informações acerca dessa nova região a ser explorada: o espaço.