Solkut

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Solkut
Simbolo Solkut.png
Símbolo oficial da fé Solkut
Fundação 4600 (Não confirmado)
Tipo Religião
Sede  Ay-Bras
Hrayh-Sulirio Krakaton Ury

A Religião Solkut se originou no arquipélago de Ay-Bras, sendo a mais seguida até hoje. Essa é uma fé monoteísta, articulada pelos Manuscritos do Sol e centrada nos ensinamentos inspirados pela vida de Ymiru, a humana que se tornou filha do Pai-Sol, o Deus supremo. O princípio fundamental da crença se baseia na liberdade, sem um cerne totalmente pacifista, ou seja, dentro da doutrina, diversas ações consideradas reprováveis por estrangeiros, podem ser relevadas em nome da liberdade. Apenas com a liberdade, o indivíduo pode alcançar a sua verdade pessoal, que só sera alcançada se o mesmo elevar a sua consciência (Dentro da doutrina, a consciência é o corpo energético que todos temos, que espelha a capacidade do indivíduo de compreender a realidade a sua volta) ao máximo.

O Pai-Sol e a Criação[editar | hide all | hide | editar código-fonte]

A datação dos primeiros registros sobre o Pai-Sol, remonta por volta do ano 4.600, nos Manuscritos do Sol que foram escritos em SolniaRousgh. Acredita-se que os primeiros Manuscritos tenham se iniciado por mando da própria Ymiru, que apesar da origem humilde era extremamente culta e até mesmo ajudou a desenvolver a escrita Abrasilica.

O Pai-Sol é o ser mais poderoso da existência, estando tão acima dos humanos que suas intenções destoam da moral humana, muitas vezes sendo interpretado como injusto ou até mau, para aqueles que não compreendem totalmente sua grandiosidade. Segundo a própria Ymiru, que foi a pessoa mais próxima ao Pai-Sol que já existiu, "Eu apenas repasso os conhecimentos Dele, afinal de contas, como você espera que eu tenha certeza do que se passa na consciência divina que dita o curso da vida?"

Segundo a interpretação mais moderna das Escrituras, no início o universo era frio e sem vida, existindo apenas o Fulam (Vazio) e os KoiraArd (Consciências Superiores). Com o imenso vazio, muitas dessas Consciências se perderam em seus próprios pensamentos, se tornando uma matéria densa e caótica. Esses seres começaram a se unir em um ataque único tentando absorver a mais desenvolvida das consciências, cujo nome jamais pode ser pronunciado, e com o acumulo dessas energias sob o mesmo ponto, a consciência mais desenvolvida atingiu um nível ainda mais superior, se tornando Pai-Sol. O Deus supremo então, pintou o enorme vazio com estrelas, cores e esferas dispersando a grande massa de escuridão.

Ele então fez grandes prisões de luz (Sóis) para que pudessem dissolver as presenças e até mesmo aprisionar em seus núcleos essas consciências malignas sombrias. Então, contemplando a sua criação, o Pai-Sol deu origem a vida (Para o Solkut, vida significa intrinsecamente, o combate do Mau contra o Bem, se só possuir o Bem, não existe vida, apenas consciências elevadas, se possuir apenas mau, não existe vida, apenas consciências malignas), em Adalar (Nas escrituras Adalar é refirada como Kliabar, que significa Berço), ao deixar o Keadkoadazak cair no planeta. E assim, o Kliabar que era uma esfera dominada por consciências malignas, passa a ter vida com a presença do Keadkoadazak, uma criatura de consciência elevada capaz de espalhar esse conhecimento, combatendo as forcas malignas.

Ymiru[editar | hide | editar código-fonte]

Representação de Ymiru

Não se sabe ao certo o ano em que Ymiru nasceu, enquanto fontes do Reino de Ayras apontam por volta de 4560, mitos e lendas locais que remetem a figuras semelhantes com os mesmos feitos de Ymiru, existem desde 4300.

Segundo o Manuscrito do Livro de Ymiru, sua mãe, Miru era uma Ayra que se casou com Aeyla, um Bratumbrio, eles viviam em uma aldeia dentro do Império Akatiano, que subjugavam cruelmente os Ayros e os Bratumbrios. Ymiru nasce nessa humilde vila e logo em seus primeiros anos é levada como escrava pelos Akatianos por ter nascido com os cabelos dourados, reluzentes.

Desde que nasceu ela apenas conheceu a servidão tendo sua liberdade negligenciada pelos seus senhores. Quando menina, ela foi comprada por um Senhor Akatiano que levou ela para trabalhar na Montanha Kuth, onde havia a maior pedreira do império. Um dia, enquanto trabalhava nos tuneis, um desabamento aconteceu aprisionando a menina na profunda grota.

Segundo as escrituras, dentro da grota, a garota começou ir mais a fundo, explorando tuneis que nem os mais bravos minerados haviam ido por medo, em algum momento a garota escorrega e cai dentro de um pequeno lago interno, onde ela afunda, afunda e afunda ate encontrar o Keadkoadazak, que viu na menina um antro de luz por nunca ter desistido mesmo que a única coisa que ela conhecesse em sua vida, fossem as consciências obscuras que a pressionaram por toda sua trajetória.

Assim, o Keadkoadazak se conecta a sua coluna, tornando Ymiru filha do Pai-Sol e segundo ser humano a ter se conectado com o Keadkoadazak.

Após o incidente, Ymiru saiu, segundo os locais, sem ferimento algum e no mesmo minuto iniciou o que ficou conhecido como A Grande Caminhada, onde ela peregrinou por toda ilha arrebanhando uma enorme quantidade de Ayros e Bratumbrios, levando-os para o Sudoeste da Ilha onde os Reinos de Ayra e Bratumbria foram fundados.

Os Akatianos tentaram derrubar esses novos reinos, mas Ymiru não permitia, sempre em batalha, algo extraordinário que normalmente era atribuído a garota, impedia os Akatianos de avançar ou ate mesmo derrotar os soldados inexperientes das novas nações, com o passar dos anos, o Império simplesmente desistiu de atacar, iniciando um período de paz na ilha que durou por volta de 2 seculos ate o Império voltar a fazer pequenas incursões de saques nas fronteiras com seus vizinhos. Durante os primeiros anos dos Reinos de Ayras e de Bratumbria, Ymiru ajudou muito essas nações, aparentando ter um conhecimento divino que foi compartilhado para com esses.

Não se sabe ao certo a data da morte de Ymiru, acredita-se que ela tenha morrido por volta de 4621, contudo, uma inverdade foi perpetuada, oficializando a sua morte apenas em 4830, utilizando o medo dos akatianos como proteção, já que devido aos seus feitos, o Império não duvidou que a garota seria capaz de viver mais de 200 anos. O lugar de morte também permanece incerto, apenas é citado que o local onde seu corpo pereceu foi tomado por uma enorme floresta de biodiversidade indescritível nunca vista antes na ilha, teorizam que essa floresta seja a Floresta de Mikarae, que significa "Bosque Escuro" ou "Armadilha Maligna" segundo a língua dos Akatianos. Acredita-se que a floresta amaldiçoa qualquer Akatiano que entrar no local, um ultimo recurso de protecao que Ymiru deu a Ayras e Bratumbria.

Desde a morte de Ymiru , o Keadkoadazak desapareceu, fazendo dela a ultima "profeta" da fé Solkut. Esse é um dos principais pontos de divergência entre o Solkut e o Ivronismo.

Manuscritos do Sol[editar | hide | editar código-fonte]

No Solkut apenas os azuis são canônicos, no Ivronismo, os azuis e vermelhos são canônicos, enquanto os em cinza são livros inacabados/perdidos

Solkut[editar | hide | editar código-fonte]

O Clero do Solkut centrado em SolniaRousgh considera apenas esses manuscritos canônicos:

Manuscrito Ano Escrito Conteúdo
Livro Primordial 4600 O Livro Primordial foi o primeiro a ser escrito, sob ordem da própria Ymiru que transcreveu as intenções na revelação do Pai-Sol. Nesse livro é narrado a origem do universo através de anedotas e figurações que cabiam na concepção da mentalidade medieval, por isso os fieis são ensinados a não interpretar literalmente esse livro.
Livro de Ad 4604 Durante a escrita do Livro Primordial, Ymiru também orientou para a escrita do Livro de Ad. Esse livro narra a vida de Ad, o primeiro humano a receber o Keadkoadazak, nele fica claro que o Universo tem diversas mecânicas inerentes ao Pai-Sol, e que esse não controla diretamente toda existência, mesmo tendo enorme influencia sob a mesma. Assim, devido a grande massa obscura que influenciava a terra, o Pai-Sol libera o Keadkoadazak na terra, que se conecta a coluna de Ad. Por conta disso, apesar de não ser dito que Pai-Sol criou os humanos, Ele os deu a vida, por ter liberado o Keadkoadazak na terra, iniciando um contraste direto com a escuridão da existência.

Ad vivia perambulando como os outros humanos ate que se tomou consciência de sua vida, do bem e do mal. Ele então levou sua tribo para longínquas terras e lá eles se multiplicaram e prosperaram, sendo Ad considerado o humano mais semelhante ao Pai-Sol e pai de todos os Abrasilicos. Com a morte de Ad o Keadkoadazak sai rastejando de sua coluna e se perde na terra até seculos mais tarde se conectar com Ymiru.

Carta aos Akatianos 4690 A Carta aos Akatianos foi escrita por alguns Sulirio do Alto Escalão em Ayras, com grande influência, devido o poder político deixado pelos filhos de Ymiru, eles exerciam muitas funções do Estado ao ponto de culminar no Periodo Iluminado de Ayras anos mais tarde. Essa carta denuncia todas as práticas, crimes e crueldades do Akatianos da época, em longos textos doutrinando os fiéis pelo caminho certo através do mau exemplo, fazendo com que o Grande Império personificasse o exemplo perfeito do que não fazer, de como não agir; em algumas vertentes crê que alguns pontos e passagens tenham sido adulterados para criar um espantalho de todos os pecados em cima dos Akatianos.
Livro de Ymiru 4625 O Livro de Ymiru narra a vida da garota que se tornou filha do Pai-Sol e o retorno do Keadkoadazak depois de seculos desaparecido. Diversas passagens já narram sobre as dinâmicas de opressão dos Akatianos contra as outras racas, aqui a história nacional que conhecemos que foi registrada em outros veículos começa a se entrelaçar com a história religiosa; teóricos conspiracionistas suspeitam que grande parte do texto original tenha sido adulterada para encaixar o contexto da época dentro desse mito, facilitando a pregação.
Diario de Braun 4651 O Diário de Braun é um compilado das anotações filosóficas e da autobiografia de BraunMk'Ymiru, o segundo filho de Ymiru. Acreditasse que o clero em Ayras tenha transcrito esse texto alinhando-o com as filosofias e ideais Solkut ao menos 2 vezes, suavizando certas passagens. Braun foi o filho de Ymiru que mais se envolveu com a atividade bélica, com a guerra, nas passagens os inimigos o temiam por ele ser "insangravel", laminas e flechas batiam contra o rapaz sem perfurar sua pele. O texto de Braun traz a reflexão de que a Liberdade é um direito imaculado, que toda atitude torna-se justificável se o princípio era a Liberdade desde o início. Braun é o primeiro a ser citado como Rei da Bratumbria, apesar de o termo "Reino da Bratumbria" já ter sido citado antes nos manuscritos.
Livro da Terra 5013 O Livro da Terra é o primeiro de uma trilogia que narra o fim dos tempos para os Solkut. Muitos interpretam esse livro não como o fim do mundo, mas sim como uma previsão do que acontecerá no futuro, que após os eventos desses manuscritos, o mundo continuará normalmente, outros acreditam que após esses eventos, a humanidade será extinta naturalmente, outros, apenas que esse será o fim da vida como conhecemos, que uma nova dinâmica mundial se iniciará.

Essas passagens narram um futuro onde o Reino de Ymiru (acredita-se que esse seja o termo genérico para se referir ao arquipélago de Ay-Bras), estaria lotado, tantas pessoas que suas bordas se transbordariam. A terra começaria a rejeita-los, mudanças e eventos na fauna e na flora, arrasamento agrário e outras catástrofes são narradas, até que os Grande Cinco surgiriam e acalmariam a terra. Os Grande Cinco seriam criaturas monstruosas, que seguiriam o comando do Filho de Ymiru que é referenciado apenas como "O Legitimo Rei de todo o Reino de Ymiru".

Livro do Raio 5021 O Livro do Raio é o mais curto dos manuscritos e também o mais enigmático, por conta de suas muitas anedotas e parábolas. Essas passagens narram acontecimentos paralelos ao Livro da Terra, quase como um complemento. Ele fala da impureza e sujeira humana, da decadência da moralidade e até dos falsos profetas; nele também é mencionado que os eventos do Livro da Terra aconteceriam somente depois do "Terceiro Levante do Keadkoadazak", ou seja, somente depois do Keadkoadazak se conectar pela terceira e ultima vez, a um humano.

Esse ponto da volta do Keadkoadazak é amplamente discutido dentro da religião; a Organização em si e grande parte dos fiéis não reconhece essa volta, acreditando que apenas Ad e Ymiru tenham tido essa honra ate o momento; alguns fiéis principalmente de Braunlopolis acreditam que a terceira pessoa tenha sido Krauser, O Grande. Vale levantar o ponto que esse também é um dos principais pontos de divergência entre o Solkut e o Ivronismo, já que esses acreditam que a terceira pessoa foi Ivro, filho de Braun D'ur.

Durante diversas passagens do livro, também é citado um turbilhão tempestuoso que cobriria todos os mares entorno do Reino de Ymiru, cercando-os em um circulo que não permitiria eles saírem do arquipélago. Diversas são as interpretações dessa passagem, desde uma tempestade ocasionada pelas mudanças climáticas, desde invasores estrangeiros e uma ditadura governamental prendendo a população na ilha.

Livro do Mar 5037 O Livro do Mar foi o último manuscrito até o momento a ser revelado (supostamente), tendo um peso cultural grande pelo povo e história de Ay-Bras estarem muito ligados ao mar. Nele a revelação dos feitos do Filho de Ymiru são narradas em parte, por esse ter sido o livro com o maior número de modificações pelo clero de Ayras devido ao seu conteúdo pesado. Ele resolve os problemas do Reino usando o poder dos Grande Cinco em poucas semanas, mas a população continuava um problema; assim as causas dos problemas continuariam enraizadas, fazendo eles florescerem de novo em pouco tempo, muitas vidas seriam perdidas, tantos os mortos quanto os vivos que não teriam a liberdade de escolher o que fazer com a sua vida, uma vez que toda sua existência seria deliberada para a sobrevivência.

Assim com o pesar em seu coração, pelas tantas gerações que sofreram com esses problemas que dizimaram milhões de vidas, em nome da liberdade, o Filho de Ymiru usa o poder dos Grande Cinco para cruzar o oceano e a tempestade, levando seu exército para as terras além do mar, onde uma serie de guerras aconteceria, os relatos dessas guerras e atrocidades do Filho de Ymiru foram excluídos da versão final por conta de um "detalhismo desnecessário".

Largas porcões de terras são varridas pelo exército que era imponente com o poder dos Grande Cinco, vegetação, fauna, casas, pessoas... a terra sangrenta é por fim populada pelos súditos, transformando o Reino, em o Império de Ymiru, um extenso Império com terras rasgando continentes. O fim do Manuscrito é incerto, finalizando-se com um monólogo do Filho de Ymiru dizendo como o peso de seus pecados o assombravam, e questionando-se sobre o valor da liberdade e a maleabilidade das concepções de certo e errado. Esse monólogo se dá durante uma batalha, dando a entender que esse não seria o último manuscrito a ser revelado, dando ampla interpretação de que talvez o final tenha sido censurado, guardado pelo clero, ou até mesmo ainda seria revelado no futuro através de um novo Manuscrito.

Outros Seres[editar | hide | editar código-fonte]

Keadkoadazak[editar | hide | editar código-fonte]

Dentro da crença, o Keadkoadazak seria uma consciência extremamente elevada ligada diretamente ao Pai-Sol, normalmente representado por uma coluna vertebrada com diversos filamentos nervosos em suas laterais, semelhante ao sistema nervoso humano. Essa criatura teria a capacidade de se fundir a certas criaturas por intermédio da coluna, elevando sua consciência a um nível superior, tornando a criatura ciente do mundo que o cerca, do bem e do mal, e das dinâmicas naturais do funcionamento da vida. É profetizado que essa criatura apenas elevaria a consciência de 3 pessoas em toda a existência, o que criou divergências entre as correntes que levam os Manuscritos do Sol como base de sua fé.

Keadkoadazak se conecta com Ymiru


Karamu[editar | hide | editar código-fonte]

O Karamu é compreendido como uma espécie de entidade primordial atrelada a construção da Adelar, seu corpo verdadeiro esta no núcleo do planeta podendo ser acessível ao atingir o fundo do Oceano. Seu nome significa "Muitos Olhos", em referência a seus muitos olhos que se estendem por todo o planeta em formas e espaços circulares, observando e julgando a ação dos humanos. O Karamu é uma consciência própria, sem associação direta com o bem ou mal, seu único objetivo é sobreviver, por isso qualquer um que entrar em seu caminho pode sofrer as consequências. Acredita-se que essa tenha sido uma forma arcaica usada para explicar a importância do equilíbrio natural entre as atividades humanas e os recursos oferecidos pela natureza.

"Os olhos de Karamu estão em todos os lugares, contemplando os justos e os maus.

Grande Cinco[editar | hide | editar código-fonte]

Os Grande Cinco são cinco grandes entidades que irão aparecer nos tempos finais dos Manuscritos do Sol, depois da terceira passagem do Keadkoadazak e anunciando a ascensão do Filho de Ymiru como governante supremo do Reino de Ymiru. Essas entidades terão poderes e habilidades sobre-humanos e serão usados para cruzar o oceano dominando as terras continentais alem do mar. Segundo os relatos das escrituras, essas criaturas são facilmente interpretados como uma "volta" da consciência dos cinco filhos que a profeta Ymiru teve, já que esses também tinham grandes talentos obscuros graças a influência do Keadkoadazak durante a gravidez dessas crianças.

Representação Medieval dos Grande Cinco em escrituras antigas.

Penumbros[editar | hide | editar código-fonte]

Dentro da doutrina, acredita-se que mesmo depois da morte do corpo, a consciência continua vivendo no mundo espiritual. Algumas pessoas que estiverem ligadas com energias obscuras, sob influencias ditas malignas ou que não conseguiram aceitar sua morte, podem se tornar Penumbros, criaturas que vagam pelo mundo alimentando-se de lodo espiritual e más vibrações. Sua energia acaba sendo tão ruim que em algumas ocasiões sob as circunstâncias certas, eles podem ser avistados por humanos.

Representação de Penumbros

Práticas Populares[editar | hide | editar código-fonte]

Grande Caminhada[editar | hide | editar código-fonte]

A Grande Caminhada é um roteiro de peregrinação cruzando a nação que é feito por fiéis em nome da devoção pela Ymiru, repetindo os passos que a garota deu ao deixar a pedreira Akatiana arrebatando os Ayros e os Bratumbrios até a terra onde os reinos foram levantados. O caminho deve ser feito a pé e é realizado no último mês do ano, a maioria dos fiéis que se identificam como Akatianos costuma não realizar essa atividade.

Roteiro da peregrinação

Ritual da Retribuição[editar | hide | editar código-fonte]

O ritual se baseia em uma passagem dos Manuscritos que citam as verdades universais, dentre delas, a retribuição; sendo sua entidade maculada em Karamu. O ritual pode ser feito uma vez por semana, se baseando em uma oração de autoavaliação, semelhante a uma meditação que deve ser feita em um quarto vazio apenas com uma tigela de ferro contendo chamas acessas. A avaliação deve demorar o tanto que o indivíduo julgar necessário, agradecendo a Karamu ao final pela convivência; parte da população rural também usa esse ritual para se comunicar com Karamu pedindo boas condições climáticas para suas plantações e criações.

fiéis realizam o ritual em nome de Karamu